quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Uma das grandes lições que aprendemos  é que não devemos servir a Cristo achando que somos como vasos de ferro. Ao contrario, somos barro frágil e cheio de defeitos. Em nós não há nenhuma glória. Toda glória vem daquele que habita em nosso coração.

sábado, 15 de setembro de 2012


sexta-feira, 27 de julho de 2012


  Números 21.4-9 | João 3.14-15
No quadragésimo ano em que o povo de Israel peregrinou no deserto, enquanto viajavam pelo caminho do mar Vermelho, queixaram-se novamente contra Deus e Moisés. Reclamaram com hostilidade da cozinha de Deus dizendo: "Nossa alma tem fastio deste pão vil".

Em outras palavras, expressaram aversão, repugnância, desprezo e aborrecimento com a provisão divina que caía do céu. Ao contrário do que imaginavam, sua atitude impaciente só fez com que as coisas piorassem. Serpentes abrasadoras do deserto apareceram no meio do povo e, ao morderem, lançavam seu veneno fatal. É isso o que acontece: pecado conduz à morte (Romanos 3.23; 6.23).
Acontece que já estavam doentes e não sabiam. Doentes em suas almas, mortos em seus delitos e pecados (Efésios 2.1). Sua língua indicava a distância de seus corações do Senhor. A picada das serpentes apenas trouxe um choque de realidade. Trouxe consciência do pecado.

Arrependeram-se e clamaram por misericórdia ao Deus de toda misericórdia. Sua oração foi ouvida. O Senhor mandou que Moisés fizesse uma serpente de bronze e a colocasse sobre uma haste, um poste. Todos os que tinham sido mordidos eram sarados ao olharem para ela.
Não havia poder terapêutico na serpente de bronze em si. Não se tratava de mágica ou de qualquer poder atribuído ao objeto. Em si, ela era um mero neustã (hebraico) - "um pedaço de bronze". Ao olharem para a serpente, estavam dirigindo sua esperança para o Senhor. Sua fé não focava o objeto, mas o próprio Deus.

Quando, em dias posteriores, as pessoas prestaram homenagem e adoração como se tivesse alguma santidade ou poder na serpente de bronze, como se fosse uma relíquia, amuleto, ou talismã, o bom rei Ezequias a quebrou em pedaços (2 Reis 18.4). Foi a graça salvadora de Deus que os curou.

Jesus: Pendurado no madeiro para curar e salvar
Esse episódio de Números aponta diretamente para Cristo. Em sua conversa com Nicodemos, Jesus declarou que, "do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna" (João 3.14-15). Ao dizer que seria necessário "ser levantado", Jesus referiu-se tanto à cruz (João 8.28; 12.23, 32, 34), quanto à exaltação (Atos 2.33; 5.31; Filipenses 2.9).
De fato, toda a humanidade foi "mordida" pela serpente (Gênesis 3.1ss) e sofreu a consequência da morte. O remédio oferecido por Deus foi a própria pessoa de Cristo levantado sobre o madeiro (1 Pedro 2.24). Por isso mesmo, sua cura é para as pessoas mordidas, e não proteção contra as picadas. Veio para os que reconhecem que estão doentes (Marcos 2.17) e não para os que acham que estão sãos. Todo aquele que olha para aquele que foi pendurado no madeiro, isto é, todo aquele que crê nele, será salvo e terá a vida eterna (João 3.15-16).

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Atos Dois: Pastor Ricardo Ribeiro - (c) Oficial

Atos Dois: Pastor Ricardo Ribeiro - (c) Oficial

quarta-feira, 4 de abril de 2012



                                                

2 Coríntios 9:6-12

Vejo nesta passagem um "eco" de Mateus 6:33. Não tenha dúvidas de que ajudar financeiramente aqueles que precisam é uma forma de buscar o reino de Deus em primeiro lugar. Paulo estava levando consigo alguns irmãos macedônios. E, conforme o combinado, eles receberiam ajuda financeira da igreja de Corinto. O apelo de Paulo estava fundamentado em algumas razões bem convincentes: primeiro, o apóstolo apelou para a liberalidade de cada um (v. 7). Quem foi agraciado com o reino acaba agraciando outros. Segundo, Paulo apelou para a providência de Deus (vv. 8-10). O Senhor é o dono de nossos depósitos (sementeiras). Ele garantirá que nada nos faltará (Salmo 23). Terceiro, tudo isso redunda em graças a Deus (vv. 11,12). Buscar a glória de Deus é buscar o reino de Deus em primeiro lugar. As demais coisas, como o texto deixa claro, serão acrescentadas.



sábado, 31 de março de 2012

A MIM O FIZESTES!
Era uma vez, conta a lenda, quando a Irlanda era governada por reis, um soberano que não tinha filhos homens. Por isso mandou seus mensageiros pregarem cartazes nas árvores de todas as cidades de seu reino.
Os cartazes diziam que todo jovem qualificado devia marcar uma entrevista com o rei como um possível sucessor ao trono. No entanto, todos os candidatos deviam ter dois atributos: Deviam (1) amar a Deus e (2) amar também a seus semelhantes.
O jovem em quem essa lenda se concentra viu os cartazes e refletiu que amava realmente a Deus e a seus semelhantes. Mas era tão pobre que não tinha roupas com que pudesse se apresentar diante do rei. E também não tinha recursos para comprar provisões para a viagem até o castelo. Por isso pediu e tomou emprestado até conseguir dinheiro suficiente para poder comprar roupas adequadas e as provisões necessárias.
Acabou por partir para o castelo e já tinha quase terminado a viagem quando se deparou com um pobre mendigo ao lado da estrada. O mendigo começou a tremer, vestido apenas com trapos. Seus braços estendidos pediam ajuda. Sua voz fraca pediu baixinho: “Estou com fome e com frio. Poderia me ajudar, por favor?”
O jovem ficou tão comovido com a situação do pobre mendigo que tirou imediatamente as roupas novas e vestiu os trapos dele. Sem pensar duas vezes, deu ao mendigo todas as suas provisões. Ele amava a Deus e amava a seus semelhantes.
Depois disso o jovem prosseguiu um pouco inseguro até o castelo, vestido com os trapos do mendigo e sem qualquer provisão para a viagem de volta. Quando chegou ao castelo, um servo do rei lhe abriu os portões.
Depois de uma longa espera, foi finalmente admitido na sala do trono. O jovem fez uma reverência diante do rei. Quando levantou os olhos, ficou espantadíssimo.
- “O senhor... o senhor é o mendigo à margem da estrada!”.
- “Sim – replicou o rei – Sou o mendigo”.
- “Mas o senhor não é um mendigo de verdade. É o rei.”
- “Sim, sou de fato o rei”.
- “Por que fez isso comigo?” – perguntou o jovem.
- “Porque eu tinha de descobrir se você realmente ama a Deus e as seus semelhantes. Eu sabia que, se me apresentasse a você como rei, você ficaria muito impressionado com a minha coroa de ouro e minhas roupas magníficas. Teria feito qualquer coisa que eu pedisse por causa de minha aparência de rei. Mas assim eu nunca saberia o que de fato está no seu coração. Por isso me apresentei como mendigo, sem nenhuma exigência, a não ser o amor de seu coração. Descobri que você realmente ama a Deus e a seus semelhantes. Será meu sucessor. Terá o meu reino!”
No vigésimo quinto capítulo do Evangelho de Mateus, Jesus descreve o dia do juízo final:
“Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer...”
Os justos ficam surpresos com isso e perguntam ao Senhor:
“Quando nos sucedeu ver-te com fome e alimentar-te?”
A resposta de Jesus é a seguinte:
“Eu era o mendigo à margem da estrada de sua vida. Aproximei-me, não com a majestade e esplendor de Deus, mas como um pobre e simples mendigo. Não tinha exigências a fazer, exceto o amor de seu coração. Tinha de descobrir se vocês poderiam abrir as mãos e o coração para atender às necessidades de seu próximo. Onde está seu tesouro, ali também está seu coração, e eu tinha de descobrir onde estava o seu coração. Descobri grande amor em seu coração. E, por isso, vocês terão um lugar em meu Reino para sempre. Terão as alegrias que olhos humanos nunca viram, que os ouvidos humanos nunca escutaram, que a imaginação humana nunca ousou sonhar. Venham, amados, entrem na casa de meu Pai, onde preparei um lugar especial justamente para vocês.”
No fim, no último dia e nesse juízo final, só uma coisa terá importância. Seremos todos julgados pelo amor que Deus encontrar em nosso coração.
Preste muita atenção, pois quem sabe aquela pessoa necessitada que possa aparecer de repente na sua frente poderá ser muito mais do que você imagina. Talvez o Pai a envie apenas para ver como anda o seu amor nesses que parecem ser os últimos dias.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012


Uma folha em branco
Certa vez fiz o vestibular de uma faculdade de propaganda. Um dos itens era “redação livre”, para a qual havia apenas um tema em comum a todos os vestibulandos. E o tema era: “Descreva o que você vê na folha anexa”.
Só que a tal folha anexa, uma página de papel comum, estava em branco. A maioria, incluindo eu, virou a folha para ver se havia algo no verso. Não havia. E lá no fundo um apressadinho levantou a mão e chamou a atenção do professor:
- Mestre, minha folha está em branco.
O mestre só olhou por cima dos óculos, com aquele ar de reprovação. E aí todo mundo entendeu: o que era possível enxergar numa folha em branco?
Quando as notas saíram, eu, curioso, fui perguntar ao mestre qual tinha sido o critério de avaliação. E ele me disse:
- Quanto mais surpreendente a resposta, mais alta a nota.
A resposta mais comum foi “Nada” e mereceu nota 4. Foram apenas duas notas 8 e uma delas até hoje mexe comigo. Alguém escreveu:
- VEJO UMA OPORTUNIDADE!
Fonte: Site do Pastor