sábado, 16 de maio de 2015

Como na parábola do filho pródigo, quando voltamos para o Senhor, voltamos sujos e com roupas imundas, ou seja, cheios de pecados. E o Senhor, como o pai na parábola, nos limpa, dá vestes novas, calçados para os pés e adornos. Mas o nosso desafio é nos mantermos limpos. É natural dos brasileiros se banharem pelo menos uma vez por dia. E deveria ser natural também nos limparmos espiritual e emocionalmente diariamente. O Senhor sempre nos convida a lavarmos as nossas roupas espirituais no sangue do Cordeiro, para que sejamos alvos como a neve e também para que pratiquemos: “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” Efésios 4:8. Só assim poderemos revestir-nos do novo homem.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014


Os Sonhos de Deus Não Morrem

Uma mulher de nome desconhecido, mas que o seu testemunho de vida atravessou milênios, em um verdadeiro exemplo de fé.Ela lutou pelo seu sonho, não deixou morrer a esperança, passou momentos difíceis, mas confiou em Deus e não se decepcionou.A história da Sunamita ocorreu aproximadamente entre 874 - 782 antes de Cristo, época em que apareceu no reino do norte de Israel o profeta Eliseu, que foi discípulo de Elias.
"Sucedeu também um dia que, indo Eliseu a Suném, havia ali uma mulher importante, a qual o reteve para comer pão; e sucedeu que todas as vezes que passava por ali entrava para comer pão." 2 Reis 4:8"E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus." 2 Reis 4:9
 A sua atitude de ajudar o profeta Eliseu e Geazi refletia o zelo e o amor a Deus, que ela possuía em seu coração. Ela era uma mulher bondosa e hospitaleira. E as escrituras mostram que no passado, pela hospitalidade, os servos do Senhor haviam hospedado anjos, sem saber.E ela pensava que ter o homem de Deus em sua casa representava uma oportunidade de um maior contato com o espiritual. Pra ela, fazer o bem ao homem de Deus era como se estivesse honrando ao próprio Deus.Então, a Sunamita em uma atitude de amor para com Deus e o seu profeta Eliseu, pede a seu marido que construísse um quarto na parte superior da sua casa, onde poderia abrigar Eliseu. O acesso ao piso superior da casa era feito por uma escada pelo lado de fora do imóvel.E o cômodo de cima era muito mais fresco e ventilado, e oferecia um melhor isolamento do barulho e sons que vinham da rua. Eliseu não seria incomodado e teria mais privacidade para buscar a Deus em suas orações.
Ela pôs os seus bens à serviço do Senhor, pois para a Sunamita as coisas espirituais eram de grande valor, importavam mais do que as materiais. E Eliseu vendo a sua dedicação, lhe faz uma última prova de fé. Oferece recompensas materiais ou honras sociais.Parece aqui muito com a mesma prova que Jesus direcionou ao cego bartimeu em Jericó.
"Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe, Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja." Lucas 18:40-41

Mas a resposta da Sunamita revela muito do que estava em seu coração. Ela valorizava a vida, o amor, a família. Não estava preocupada em adquirir mais bens materiais, posição social ou títulos honoríficos. Ela reconhecia o valor imensurável da reunião familiar, o capital imponderável da felicidade de estar entre amigos.
"Haverá alguma coisa de que se fale por ti ao rei, ou ao capitão do exército? E disse ela: Eu habito no meio do meu povo." 2 Reis 4:13

Eliseu ouve o sábio conselho de Geazi que lhe informou que a Sunamita não tinha filhos, um antigo sonho dela, que desejou tanto, imaginou as roupinhas do bebê, podia até ver uma linda criança correndo pelos corredores da casa. Mas era apenas um sonho, esquecido, relegado ao passado.Mas Deus contemplava a sua generosidade e a sua hospitalidade, a dedicação em servir ao Senhor através da ajuda que oferecia ao seu servo Eliseu. E esta atitude de amor para com o homem de Deus, gerou uma promessa, que ela mal podia acreditar; a Sunamita nunca esperou tamanha benção.E dentro de um ano a promessa de Deus se cumpriu, porque amor gera vida, paz e alegria. Ela concebeu e deu à luz um lindo e abençoado menino, filho da promessa, tal qual foi Isaque para Abraão e Sara.
Agora aquele lar frio se enchia do calor do sorriso de uma criança. Uma família completa e feliz. Em Israel, um filho era considerado a maior benção e alegria que um pai e uma mãe poderiam alcançar. A mulher que não tinha filhos ficava profundamente envergonhada na sociedade.E a lei judaica dava ao marido direito de se divorciar, caso a sua esposa não pudesse lhe dar um descendente que levaria o seu nome adiante. Mas tudo isso agora estava superado pois, Deus havia lhe dado o presente perfeito, o presente que ela realmente precisava.Este foi o sonho que a Sunamita escolheu para sonhar, um lar simples, mas feliz, uma família debaixo das bençãos de Deus. E o menino crescia nos caminhos do Senhor. Toda vez que ela olhava para seu filho, se lembrava da promessa de Deus se cumprindo na sua vida.
E o seu filho era uma benção. Ensinado na lei do Senhor, obediente, ajudava ao seu pai no trabalho. Certamente na ansiedade de querer retribuir todo o amor e o carinho recebido de seus pais, este menino trabalha duro se expondo muito ao sol, mas ele ainda não tinha um preparo físico adequado, não estava acostumado ao trabalho árduo.O sol de verão é muito forte naquela região, faz muito calor. Muitos estudiosos acreditam que o filho da Sunamita tenha sofrido de insolação, que dependendo da intensidade da exposição ao calor, pode levar à morte, principalmente em jovens e idosos.
"E, crescendo o filho, sucedeu que um dia saiu para ter com seu pai, que estava com os segadores, E disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! Ai, a minha cabeça! Então disse a um moço: Leva-o à sua mãe." 2 Reis 4:18-19
E o menino é levado à sua mãe. Depois de algum tempo ele vem a falecer. Momentos terríveis passou aquela mulher, era o vale da sombra da morte. Ver seu único filho, quem ela amamentou com tanto zelo, muitas vezes acordando no meio da noite. Ela deu amor, deu carinho, ensinou as primeiras palavras, os primeiros passos.E ele estava ali, nos seus joelhos, ela podia sentir a sua vidinha pouco a pouco se esvaindo, sem poder fazer nada.E a Sunamita olha para o seu filho, o seu sonho de ter uma família, agora frio, gelado, morto em seu colo...Mas se estava passando pelo vale da sombra da morte, ela não temeu. Ela não aceitou a morte do seu sonho! Tomando-o em seus braços, o põe carinhosamente na cama do profeta Eliseu, e parte para um duro embate, um caminho longo, uma jornada de 24 quilômetros na estrada que subia até o monte Carmelo, para recuperar a vida de seu filho, fruto da promessa de Deus.Ao longe ela responde ao profeta com palavras que demonstravam a sua certeza, a fé de que a vida do seu filho seria restaurada. A frase "vai tudo bem", faz me lembrar da resposta de Abraão ao seu filho Isaque, quando este iria oferecê-lo em sacrifício a Deus.
"Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, pegou nos seus pés; mas chegou Geazi para retirá-la; disse porém o homem de Deus: Deixa-a, porque a sua alma está triste de amargura, e o SENHOR me encobriu, e não me manifestou." 2 Reis 4:27

Eliseu então manda o seu discípulo Geazi por o seu bordão sobre o rosto do menino morto. Mas há tarefas que não são para Geazi realizar. Certas coisas exigem a presença do homem de Deus. A Sunamita sabia disso, e luta por seu filho, insistindo com o profeta que não o deixaria enquanto ele não fosse com ela.Eliseu vendo a disposição e a fé dela, levanta-se e a acompanha. Geazi que foi na frente deles, volta com notícias não muito boas, o bordão não funcionou. Algo parecido havia acontecido também com Jairo, quando buscava pela ajuda de Jesus e os seus familiares chegaram dizendo que sua filha já estava morta, ao que o Mestre lhe deu a boa instrução: Crê somente.
O bordão de Eliseu não funcionou porque para se ressuscitar sonhos é preciso intercessão, súplicas e "calor humano". Eliseu teve que orar de portas fechadas, pois "ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente." Mateus 6:6.É preciso insistência, "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á." Mateus 7:7. Eliseu após a oração, transmite "calor" ao jovem através do contato direto com o morto. Uma simbologia de que não podemos nos isolar daqueles que estão "mortos espiritualmente", necessitando da nossa ajuda.
A fé da Sunamita foi honrada, o sonho de Deus não morre, temos que ter fé. Ela humildemente agradece e entra para a história de Israel como uma mulher sábia e de fé.


terça-feira, 29 de julho de 2014





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terça-feira, 22 de julho de 2014

Princípios de Deus Para Um Bom Relacionamento
O reino de Salomão não é conhecido pelas grandes batalha, mas pelas alianças que fez e a sua inteligência em manter os relacionamentos.
Um bom relacionamento para ser mantido é importante não invadir o espaço do outro.
Há que se considerar a distância hierárquica que separa as partes da relação: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Até os animais reconhecem a superioridade dos outros.
os animais irracionais se relacionam mais corretamente do que humanos. Situações cotidianas se repetem, levando casais a se separarem, namoros abençoados por Deus a serem interrompidos e destruição de famílias.
Quanto à intensidade, o relacionamento admite considerar um universo que vai do SUPERFICIAL até o PROFUNDO, passando por toda uma gama de possibilidades. Para haver um relacionamento saudável, é necessário que os participantes do relacionamento tenham consciência permanente da intensidade da relação, sabendo que a situação positiva ocorre quando a intensidade cresce com o passar do tempo.
Mesmo uma relação intermediária pode ser aprofundada pelo amor sincero. Exemplo: Davi e Jônatas (1 Samuel 18.1,3).
A relação é chamada profunda quando é irreversível, como nos casos de marido e mulher, pais e filhos. Exemplo: Elcana e Ana (1 Samuel 1); Jacó e Isaque (Gênesis 21.8).
A relação mais profunda que existe é estabelecida entre Deus e o homem. Exemplo: Abraão (Tiago 2.23).
O EQUILÍBRIO é a parte mais complicada em uma relação. O equilíbrio adequado é aquele em que ambas as partes cumprem seus compromissos e buscam seus direitos de forma pacífica e respeitosa.
Relação Instável ocorre quando uma das partes age com egoísmo, buscando vantagens sobre vantagens, sem observar os limites e necessidades do outro. A relação instável caminha para a dissolução e o remédio para recuperar as perdas está em obedecer (os dois) o mandamento de Jesus e seguirem as instruções da bíblia.
Relacionamento Estável Ocorre quando as duas partes se completam, compreendendo cada um as necessidades do outro. Quanto mais os participantes da relação conhecem suas posições e respeitam uns aos outros, a relação tende a se eternizar. Um bom exemplo é a relação do homem com Deus, veja: Embora Deus tenha o direito de exigir tudo o que queira do homem, a única exigência que Ele nos faz é a fidelidade. Do lado do homem, aquele que desejar manter uma relação estável com Deus, deve entender que Deus não existe para satisfazer suas vontades (necessidades?); nós é que temos que fazer a vontade de Deus. O equilíbrio está na fidelidade de Deus, pois a todos aqueles que buscam fazer a Sua soberana vontade, Ele recompensa dando muito mais do que pedimos ou pensamos. Efésios 3.20,21.
Uma relação abrange um vasto escopo de amplitudes, variando desde o restrito até o vasto.
Restrito: a comunicação é chamada Restrita quando se dá entre duas partes bem definidas. No relacionamento de amplitude restrita a comunicação precisa ser elaborada com especial cuidado pelo quesito respeito ao direito do outro. É muito importante a manutenção da confiança, de modo que uma parte nunca expõe a outra diante de terceiros.
Amplo: a comunicação é chamada Ampla quando se dá entre mais do que duas partes, ou quando em duas partes, sendo uma delas composta de múltiplas pessoas. Na comunicação ampla é comum uma das partes ser EMISSOR para as demais. Nesse caso é preciso que o EMISSOR separe momentos especiais para dar oportunidade aos demais de expressarem seus pensamentos e defenderem seus interesses. Quando o emissor fecha os ouvidos para os companheiros, diz-se que o relacionamento é uma TIRANIA.
A Dureza de comunicação pode variar da brandura (Provérbios 24.10) à dureza exagerada. Houve um rei chamado Roboão que usou de dureza na comunicação com o povo e o resultado foi a quebra do reino em duas partes, pois o povo não aceitou tanta dureza.
 Um bom relacionamento requer equilíbrio também na dureza da comunicação. Quando a pessoa usa frequentemente expressões acusativas, do tipo: - está errado!; ou - seu burro!; ou (uma das piores) – é por isso!. Há pessoas que não conseguem se controlar. A qualquer hora usam esse tipo de dureza. Não há relação que resista. A bíblia orienta (Provérbios 15.1).
 Também não se pode aceitar que a pessoa que está no comando se omita de sua autoridade pelo medo de perder ponto na relação. Quando Jesus falou acerca da entrada dos ricos no Reino dos Céus, alguém protestou dizendo: “Duro é este discurso!” e, em seguida, muitos começaram a se retirar. Jesus, com a firmeza necessária para o momento retrucou (João 6.66,67) .
 RECIPROCIDADE.
"Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles;" (Mt 7.12a).
A RECIPROCIDADE considera os seguintes aspectos:
TOLERÂNCIA, Quem gosta de pressionar não resiste à pressão - Viver pressionando os outros gera antipatia e afastamento. Há pessoas que sentem prazer em AGULHAR os companheiros de peregrinação. Só que estas pessoas não percebem que as melhores amizades sempre vazam, as oportunidades nunca lhe são informadas. Claro, quem vai querer um companheiro que vive pressionando. Para haver um bom relacionamento é preciso trocar a INTOLERÂNCIA pela MISERICÓRDIA (Colossenses 3.12)
 EQÜIDADE - Quem gosta de distribuir trabalho não gosta de trabalhar. O Reino de Deus é estabelecido sob um cetro de que

idade (Hebreus 1.8).
Num relacionamento com equidade, uma parte do relacionamento nunca exige da outra algo que não possa ser cumprido. Há pessoas que sentem prazer em criar desafios nos relacionamentos. A bíblia condena esta atitude (Atos 15.10).
Falta de Equidade também acontece no caso de JUGO DESIGUAL. Imagine se alguém colocar o mesmo JUGO (instrumento de madeira) sobre os pescoços de um carneiro e de um Leão, esperando que os dois andem juntos por um dia inteiro. Ou se unirem sob um mesmo jugo um camelo e uma cabra para puxarem juntos uma carroça pesando quinhentos quilos. A própria bíblia ordena, em 2 Coríntios 6, verso 14: “ Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”. Por outro lado, Jesus nos recomendou em Mateus 11, verso 29: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma.”. O jugo de Jesus é suave, porque Ele conhece todas as nossas fraquezas. Ele já experimentou todas as nossas dores. Por isso Ele está preparado para ter um relacionamento infalível. Um dos primeiros casos de jugo desigual relatados na bíblia, aconteceu com Esaú, que casou com esposas cananéias (Gênesis 26.34,35), deixando tristes os pais que eram tementes a Deus e sabiam da maldição colocada sobre os cananeus.
MISERICÓRDIA - Quem acusa não admitem ser acusado. Quando alguém erra, a pessoa sem misericórdia cai de pau. Mas quando ela erra, acha que todos devem compreender os motivos de seu erro. (Tiago 1.19). Uma das maiores chaves para abrir a porta do bom relacionamento é saber esperar o momento certo para falar, a bíblia ensina: “O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!” (Provérbios 15.23).
COMPROMISSO – Num bom relacionamento as partes envolvidas precisam cumprir os compromissos inerentes à relação. Quando um aluno entra na escola é para aprender, o que se espera do professor é que este o ensine. Quando contrata um empregado, o empresário espera que o este execute suas tarefas corretamente e de boa vontade. Na relação entre pais e filhos, aos filhos cabe a obediência e aos pais compete suprir as necessidades. No casamento é muito comum a esposa querer assumir o papel de supridor, enquanto o marido não corresponde ajudando nas tarefas do lar. Há esposas que exigem demais do marido, ultrapassando sua capacidade de suprir. Também há casos de falta de companheirismo. O pensamento machista impede os homens de fazer tarefas “femininas”, tais como enxugar a louça, passar pano no chão, etc. No quesito compromisso, tanto uma parte como a outra precisam ser fiéis ao que prometem. Na relação entre Deus e o homem, Deus nunca deixou de cumprir suas promessas. Deus é fiel. Mas o homem costuma agir com egoísmo, virando as costas para Deus na hora em que não está sentindo necessidade. O resultado é dor e sofrimento.
O relacionamento sofre pressão de diversas fontes para ser destruído, pois não interessa ao diabo que as pessoas vivam em harmonia e perfeita comunhão. Uma das maiores fontes de pressão contra o bom relacionamento é o correr do tempo. Quando o relógio começa a correr e as partes do relacionamento não estão sintonizadas no mesmo objetivo, a briga está rondando bem de perto. Um fica cheio de pressa e os nervos à flor da pele, enquanto a outra pessoa está descansado e irritante. A melhor dica para o bom relacionamento é buscar um acordo permanente para evitar esse tipo de problema.
 Precisamos considerar que em todo relacionamento existe alguém do lado de fora torcendo para a derrota. Enquanto a mulher está irritando o marido que tem pressa para um compromisso, uma “adversária” está torcendo para ver uma briga catastrófica. Enquanto o marido fica desinteressado pelos assuntos da esposa, há sempre um “adversário” esperando pelas sobras da briga. Enquanto um empregado começa a fazer pirraça no emprego, trazendo aborrecimento ao patrão, há sempre um desempregado esperando aquela vaga. Agora o que é pior: quando o crente começa a fazer corpo mole com as coisas da igreja, o ADVERSÁRIO está rondando bem de perto para colher as sobras do desastre.
Quem planta vento colhe tempestade. Quem critica o servo do Senhor, se candidata a ser futuramente criticado. (1 Coríntios 9.6-14)
A maior lei implantada na Dispensação da GRAÇA, é conhecida como a LEI DA SEMEADURA e se encontra em Gálatas 6.7. É ela que nos dá a certeza de que tudo o que fazemos de mal para os outros, retorna em mal para nós. E tudo o que fazemos de bem para os outros, retorna em bem. Não concordamos com o ditado popular do AQUI SE FAZ AQUI SE PAGA, porque esta questão foi levantada por ASAFE e Deus o consolou mostrando que muitos dos males feitos pelas pessoas ruins, serão “recompensados” pelo próprio Deus no local e na hora escolhidas por Ele. Salmo 73. Para as pessoas que entendem a lei da semeadura como um argumento para se vingarem de males recebidos, Deus declara nitidamente em Romanos 12.19.

quinta-feira, 17 de julho de 2014