Quando confiamos em Deus, Ele pode fazer do ordinário algo extraordinário! Sonhos e visões dados por Deus, experimentados com Deus, sempre foram impactantes e transformadores para homens e mulheres ao longo da história. Em outras palavras, não dá para ser o mesmo depois de um sonho ou visão de Deus.
terça-feira, 29 de julho de 2014
Sou uma mulher que Creio que Deus tem nos entregue essa visão para a conquista do nosso território. A visão nos facilita povoar o céu, estamos tomando de assalto as vidas das mãos do Diabo. Nossa missão é consolidar as famílias para que elas voltem à Gênese.
A ação sempre causa atrito mas toda vez que o povo de Deus avança ,o inimigo intensifica sua oposição ,e isso esquenta os animos
terça-feira, 22 de julho de 2014
Princípios de Deus Para Um Bom Relacionamento
O reino de Salomão não é conhecido pelas grandes batalha, mas pelas alianças que fez e a sua inteligência em manter os relacionamentos.
Um bom relacionamento para ser mantido é importante não invadir o espaço do outro.
Há que se considerar a distância hierárquica que separa as partes da relação: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Até os animais reconhecem a superioridade dos outros.
os animais irracionais se relacionam mais corretamente do que humanos. Situações cotidianas se repetem, levando casais a se separarem, namoros abençoados por Deus a serem interrompidos e destruição de famílias.
Quanto à intensidade, o relacionamento admite considerar um universo que vai do SUPERFICIAL até o PROFUNDO, passando por toda uma gama de possibilidades. Para haver um relacionamento saudável, é necessário que os participantes do relacionamento tenham consciência permanente da intensidade da relação, sabendo que a situação positiva ocorre quando a intensidade cresce com o passar do tempo.
Mesmo uma relação intermediária pode ser aprofundada pelo amor sincero. Exemplo: Davi e Jônatas (1 Samuel 18.1,3).
A relação é chamada profunda quando é irreversível, como nos casos de marido e mulher, pais e filhos. Exemplo: Elcana e Ana (1 Samuel 1); Jacó e Isaque (Gênesis 21.8).
A relação mais profunda que existe é estabelecida entre Deus e o homem. Exemplo: Abraão (Tiago 2.23).
O EQUILÍBRIO é a parte mais complicada em uma relação. O equilíbrio adequado é aquele em que ambas as partes cumprem seus compromissos e buscam seus direitos de forma pacífica e respeitosa.
Relação Instável ocorre quando uma das partes age com egoísmo, buscando vantagens sobre vantagens, sem observar os limites e necessidades do outro. A relação instável caminha para a dissolução e o remédio para recuperar as perdas está em obedecer (os dois) o mandamento de Jesus e seguirem as instruções da bíblia.
Relacionamento Estável Ocorre quando as duas partes se completam, compreendendo cada um as necessidades do outro. Quanto mais os participantes da relação conhecem suas posições e respeitam uns aos outros, a relação tende a se eternizar. Um bom exemplo é a relação do homem com Deus, veja: Embora Deus tenha o direito de exigir tudo o que queira do homem, a única exigência que Ele nos faz é a fidelidade. Do lado do homem, aquele que desejar manter uma relação estável com Deus, deve entender que Deus não existe para satisfazer suas vontades (necessidades?); nós é que temos que fazer a vontade de Deus. O equilíbrio está na fidelidade de Deus, pois a todos aqueles que buscam fazer a Sua soberana vontade, Ele recompensa dando muito mais do que pedimos ou pensamos. Efésios 3.20,21.
Uma relação abrange um vasto escopo de amplitudes, variando desde o restrito até o vasto.
Restrito: a comunicação é chamada Restrita quando se dá entre duas partes bem definidas. No relacionamento de amplitude restrita a comunicação precisa ser elaborada com especial cuidado pelo quesito respeito ao direito do outro. É muito importante a manutenção da confiança, de modo que uma parte nunca expõe a outra diante de terceiros.
Amplo: a comunicação é chamada Ampla quando se dá entre mais do que duas partes, ou quando em duas partes, sendo uma delas composta de múltiplas pessoas. Na comunicação ampla é comum uma das partes ser EMISSOR para as demais. Nesse caso é preciso que o EMISSOR separe momentos especiais para dar oportunidade aos demais de expressarem seus pensamentos e defenderem seus interesses. Quando o emissor fecha os ouvidos para os companheiros, diz-se que o relacionamento é uma TIRANIA.
A Dureza de comunicação pode variar da brandura (Provérbios 24.10) à dureza exagerada. Houve um rei chamado Roboão que usou de dureza na comunicação com o povo e o resultado foi a quebra do reino em duas partes, pois o povo não aceitou tanta dureza.
Um bom relacionamento requer equilíbrio também na dureza da comunicação. Quando a pessoa usa frequentemente expressões acusativas, do tipo: - está errado!; ou - seu burro!; ou (uma das piores) – é por isso!. Há pessoas que não conseguem se controlar. A qualquer hora usam esse tipo de dureza. Não há relação que resista. A bíblia orienta (Provérbios 15.1).
Também não se pode aceitar que a pessoa que está no comando se omita de sua autoridade pelo medo de perder ponto na relação. Quando Jesus falou acerca da entrada dos ricos no Reino dos Céus, alguém protestou dizendo: “Duro é este discurso!” e, em seguida, muitos começaram a se retirar. Jesus, com a firmeza necessária para o momento retrucou (João 6.66,67) .
RECIPROCIDADE.
"Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles;" (Mt 7.12a).
A RECIPROCIDADE considera os seguintes aspectos:
TOLERÂNCIA, Quem gosta de pressionar não resiste à pressão - Viver pressionando os outros gera antipatia e afastamento. Há pessoas que sentem prazer em AGULHAR os companheiros de peregrinação. Só que estas pessoas não percebem que as melhores amizades sempre vazam, as oportunidades nunca lhe são informadas. Claro, quem vai querer um companheiro que vive pressionando. Para haver um bom relacionamento é preciso trocar a INTOLERÂNCIA pela MISERICÓRDIA (Colossenses 3.12)
EQÜIDADE - Quem gosta de distribuir trabalho não gosta de trabalhar. O Reino de Deus é estabelecido sob um cetro de que
idade (Hebreus 1.8).
Num relacionamento com equidade, uma parte do relacionamento nunca exige da outra algo que não possa ser cumprido. Há pessoas que sentem prazer em criar desafios nos relacionamentos. A bíblia condena esta atitude (Atos 15.10).
Falta de Equidade também acontece no caso de JUGO DESIGUAL. Imagine se alguém colocar o mesmo JUGO (instrumento de madeira) sobre os pescoços de um carneiro e de um Leão, esperando que os dois andem juntos por um dia inteiro. Ou se unirem sob um mesmo jugo um camelo e uma cabra para puxarem juntos uma carroça pesando quinhentos quilos. A própria bíblia ordena, em 2 Coríntios 6, verso 14: “ Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”. Por outro lado, Jesus nos recomendou em Mateus 11, verso 29: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma.”. O jugo de Jesus é suave, porque Ele conhece todas as nossas fraquezas. Ele já experimentou todas as nossas dores. Por isso Ele está preparado para ter um relacionamento infalível. Um dos primeiros casos de jugo desigual relatados na bíblia, aconteceu com Esaú, que casou com esposas cananéias (Gênesis 26.34,35), deixando tristes os pais que eram tementes a Deus e sabiam da maldição colocada sobre os cananeus.
MISERICÓRDIA - Quem acusa não admitem ser acusado. Quando alguém erra, a pessoa sem misericórdia cai de pau. Mas quando ela erra, acha que todos devem compreender os motivos de seu erro. (Tiago 1.19). Uma das maiores chaves para abrir a porta do bom relacionamento é saber esperar o momento certo para falar, a bíblia ensina: “O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!” (Provérbios 15.23).
COMPROMISSO – Num bom relacionamento as partes envolvidas precisam cumprir os compromissos inerentes à relação. Quando um aluno entra na escola é para aprender, o que se espera do professor é que este o ensine. Quando contrata um empregado, o empresário espera que o este execute suas tarefas corretamente e de boa vontade. Na relação entre pais e filhos, aos filhos cabe a obediência e aos pais compete suprir as necessidades. No casamento é muito comum a esposa querer assumir o papel de supridor, enquanto o marido não corresponde ajudando nas tarefas do lar. Há esposas que exigem demais do marido, ultrapassando sua capacidade de suprir. Também há casos de falta de companheirismo. O pensamento machista impede os homens de fazer tarefas “femininas”, tais como enxugar a louça, passar pano no chão, etc. No quesito compromisso, tanto uma parte como a outra precisam ser fiéis ao que prometem. Na relação entre Deus e o homem, Deus nunca deixou de cumprir suas promessas. Deus é fiel. Mas o homem costuma agir com egoísmo, virando as costas para Deus na hora em que não está sentindo necessidade. O resultado é dor e sofrimento.
O relacionamento sofre pressão de diversas fontes para ser destruído, pois não interessa ao diabo que as pessoas vivam em harmonia e perfeita comunhão. Uma das maiores fontes de pressão contra o bom relacionamento é o correr do tempo. Quando o relógio começa a correr e as partes do relacionamento não estão sintonizadas no mesmo objetivo, a briga está rondando bem de perto. Um fica cheio de pressa e os nervos à flor da pele, enquanto a outra pessoa está descansado e irritante. A melhor dica para o bom relacionamento é buscar um acordo permanente para evitar esse tipo de problema.
Precisamos considerar que em todo relacionamento existe alguém do lado de fora torcendo para a derrota. Enquanto a mulher está irritando o marido que tem pressa para um compromisso, uma “adversária” está torcendo para ver uma briga catastrófica. Enquanto o marido fica desinteressado pelos assuntos da esposa, há sempre um “adversário” esperando pelas sobras da briga. Enquanto um empregado começa a fazer pirraça no emprego, trazendo aborrecimento ao patrão, há sempre um desempregado esperando aquela vaga. Agora o que é pior: quando o crente começa a fazer corpo mole com as coisas da igreja, o ADVERSÁRIO está rondando bem de perto para colher as sobras do desastre.
Quem planta vento colhe tempestade. Quem critica o servo do Senhor, se candidata a ser futuramente criticado. (1 Coríntios 9.6-14)
A maior lei implantada na Dispensação da GRAÇA, é conhecida como a LEI DA SEMEADURA e se encontra em Gálatas 6.7. É ela que nos dá a certeza de que tudo o que fazemos de mal para os outros, retorna em mal para nós. E tudo o que fazemos de bem para os outros, retorna em bem. Não concordamos com o ditado popular do AQUI SE FAZ AQUI SE PAGA, porque esta questão foi levantada por ASAFE e Deus o consolou mostrando que muitos dos males feitos pelas pessoas ruins, serão “recompensados” pelo próprio Deus no local e na hora escolhidas por Ele. Salmo 73. Para as pessoas que entendem a lei da semeadura como um argumento para se vingarem de males recebidos, Deus declara nitidamente em Romanos 12.19.
Um bom relacionamento para ser mantido é importante não invadir o espaço do outro.
Há que se considerar a distância hierárquica que separa as partes da relação: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Até os animais reconhecem a superioridade dos outros.
os animais irracionais se relacionam mais corretamente do que humanos. Situações cotidianas se repetem, levando casais a se separarem, namoros abençoados por Deus a serem interrompidos e destruição de famílias.
Quanto à intensidade, o relacionamento admite considerar um universo que vai do SUPERFICIAL até o PROFUNDO, passando por toda uma gama de possibilidades. Para haver um relacionamento saudável, é necessário que os participantes do relacionamento tenham consciência permanente da intensidade da relação, sabendo que a situação positiva ocorre quando a intensidade cresce com o passar do tempo.
Mesmo uma relação intermediária pode ser aprofundada pelo amor sincero. Exemplo: Davi e Jônatas (1 Samuel 18.1,3).
A relação é chamada profunda quando é irreversível, como nos casos de marido e mulher, pais e filhos. Exemplo: Elcana e Ana (1 Samuel 1); Jacó e Isaque (Gênesis 21.8).
A relação mais profunda que existe é estabelecida entre Deus e o homem. Exemplo: Abraão (Tiago 2.23).
O EQUILÍBRIO é a parte mais complicada em uma relação. O equilíbrio adequado é aquele em que ambas as partes cumprem seus compromissos e buscam seus direitos de forma pacífica e respeitosa.
Relação Instável ocorre quando uma das partes age com egoísmo, buscando vantagens sobre vantagens, sem observar os limites e necessidades do outro. A relação instável caminha para a dissolução e o remédio para recuperar as perdas está em obedecer (os dois) o mandamento de Jesus e seguirem as instruções da bíblia.
Relacionamento Estável Ocorre quando as duas partes se completam, compreendendo cada um as necessidades do outro. Quanto mais os participantes da relação conhecem suas posições e respeitam uns aos outros, a relação tende a se eternizar. Um bom exemplo é a relação do homem com Deus, veja: Embora Deus tenha o direito de exigir tudo o que queira do homem, a única exigência que Ele nos faz é a fidelidade. Do lado do homem, aquele que desejar manter uma relação estável com Deus, deve entender que Deus não existe para satisfazer suas vontades (necessidades?); nós é que temos que fazer a vontade de Deus. O equilíbrio está na fidelidade de Deus, pois a todos aqueles que buscam fazer a Sua soberana vontade, Ele recompensa dando muito mais do que pedimos ou pensamos. Efésios 3.20,21.
Uma relação abrange um vasto escopo de amplitudes, variando desde o restrito até o vasto.
Restrito: a comunicação é chamada Restrita quando se dá entre duas partes bem definidas. No relacionamento de amplitude restrita a comunicação precisa ser elaborada com especial cuidado pelo quesito respeito ao direito do outro. É muito importante a manutenção da confiança, de modo que uma parte nunca expõe a outra diante de terceiros.
Amplo: a comunicação é chamada Ampla quando se dá entre mais do que duas partes, ou quando em duas partes, sendo uma delas composta de múltiplas pessoas. Na comunicação ampla é comum uma das partes ser EMISSOR para as demais. Nesse caso é preciso que o EMISSOR separe momentos especiais para dar oportunidade aos demais de expressarem seus pensamentos e defenderem seus interesses. Quando o emissor fecha os ouvidos para os companheiros, diz-se que o relacionamento é uma TIRANIA.
A Dureza de comunicação pode variar da brandura (Provérbios 24.10) à dureza exagerada. Houve um rei chamado Roboão que usou de dureza na comunicação com o povo e o resultado foi a quebra do reino em duas partes, pois o povo não aceitou tanta dureza.
Um bom relacionamento requer equilíbrio também na dureza da comunicação. Quando a pessoa usa frequentemente expressões acusativas, do tipo: - está errado!; ou - seu burro!; ou (uma das piores) – é por isso!. Há pessoas que não conseguem se controlar. A qualquer hora usam esse tipo de dureza. Não há relação que resista. A bíblia orienta (Provérbios 15.1).
Também não se pode aceitar que a pessoa que está no comando se omita de sua autoridade pelo medo de perder ponto na relação. Quando Jesus falou acerca da entrada dos ricos no Reino dos Céus, alguém protestou dizendo: “Duro é este discurso!” e, em seguida, muitos começaram a se retirar. Jesus, com a firmeza necessária para o momento retrucou (João 6.66,67) .
RECIPROCIDADE.
"Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles;" (Mt 7.12a).
A RECIPROCIDADE considera os seguintes aspectos:
TOLERÂNCIA, Quem gosta de pressionar não resiste à pressão - Viver pressionando os outros gera antipatia e afastamento. Há pessoas que sentem prazer em AGULHAR os companheiros de peregrinação. Só que estas pessoas não percebem que as melhores amizades sempre vazam, as oportunidades nunca lhe são informadas. Claro, quem vai querer um companheiro que vive pressionando. Para haver um bom relacionamento é preciso trocar a INTOLERÂNCIA pela MISERICÓRDIA (Colossenses 3.12)
EQÜIDADE - Quem gosta de distribuir trabalho não gosta de trabalhar. O Reino de Deus é estabelecido sob um cetro de que
idade (Hebreus 1.8).
Num relacionamento com equidade, uma parte do relacionamento nunca exige da outra algo que não possa ser cumprido. Há pessoas que sentem prazer em criar desafios nos relacionamentos. A bíblia condena esta atitude (Atos 15.10).
Falta de Equidade também acontece no caso de JUGO DESIGUAL. Imagine se alguém colocar o mesmo JUGO (instrumento de madeira) sobre os pescoços de um carneiro e de um Leão, esperando que os dois andem juntos por um dia inteiro. Ou se unirem sob um mesmo jugo um camelo e uma cabra para puxarem juntos uma carroça pesando quinhentos quilos. A própria bíblia ordena, em 2 Coríntios 6, verso 14: “ Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”. Por outro lado, Jesus nos recomendou em Mateus 11, verso 29: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma.”. O jugo de Jesus é suave, porque Ele conhece todas as nossas fraquezas. Ele já experimentou todas as nossas dores. Por isso Ele está preparado para ter um relacionamento infalível. Um dos primeiros casos de jugo desigual relatados na bíblia, aconteceu com Esaú, que casou com esposas cananéias (Gênesis 26.34,35), deixando tristes os pais que eram tementes a Deus e sabiam da maldição colocada sobre os cananeus.
MISERICÓRDIA - Quem acusa não admitem ser acusado. Quando alguém erra, a pessoa sem misericórdia cai de pau. Mas quando ela erra, acha que todos devem compreender os motivos de seu erro. (Tiago 1.19). Uma das maiores chaves para abrir a porta do bom relacionamento é saber esperar o momento certo para falar, a bíblia ensina: “O homem se alegra na resposta da sua boca, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!” (Provérbios 15.23).
COMPROMISSO – Num bom relacionamento as partes envolvidas precisam cumprir os compromissos inerentes à relação. Quando um aluno entra na escola é para aprender, o que se espera do professor é que este o ensine. Quando contrata um empregado, o empresário espera que o este execute suas tarefas corretamente e de boa vontade. Na relação entre pais e filhos, aos filhos cabe a obediência e aos pais compete suprir as necessidades. No casamento é muito comum a esposa querer assumir o papel de supridor, enquanto o marido não corresponde ajudando nas tarefas do lar. Há esposas que exigem demais do marido, ultrapassando sua capacidade de suprir. Também há casos de falta de companheirismo. O pensamento machista impede os homens de fazer tarefas “femininas”, tais como enxugar a louça, passar pano no chão, etc. No quesito compromisso, tanto uma parte como a outra precisam ser fiéis ao que prometem. Na relação entre Deus e o homem, Deus nunca deixou de cumprir suas promessas. Deus é fiel. Mas o homem costuma agir com egoísmo, virando as costas para Deus na hora em que não está sentindo necessidade. O resultado é dor e sofrimento.
O relacionamento sofre pressão de diversas fontes para ser destruído, pois não interessa ao diabo que as pessoas vivam em harmonia e perfeita comunhão. Uma das maiores fontes de pressão contra o bom relacionamento é o correr do tempo. Quando o relógio começa a correr e as partes do relacionamento não estão sintonizadas no mesmo objetivo, a briga está rondando bem de perto. Um fica cheio de pressa e os nervos à flor da pele, enquanto a outra pessoa está descansado e irritante. A melhor dica para o bom relacionamento é buscar um acordo permanente para evitar esse tipo de problema.
Precisamos considerar que em todo relacionamento existe alguém do lado de fora torcendo para a derrota. Enquanto a mulher está irritando o marido que tem pressa para um compromisso, uma “adversária” está torcendo para ver uma briga catastrófica. Enquanto o marido fica desinteressado pelos assuntos da esposa, há sempre um “adversário” esperando pelas sobras da briga. Enquanto um empregado começa a fazer pirraça no emprego, trazendo aborrecimento ao patrão, há sempre um desempregado esperando aquela vaga. Agora o que é pior: quando o crente começa a fazer corpo mole com as coisas da igreja, o ADVERSÁRIO está rondando bem de perto para colher as sobras do desastre.
Quem planta vento colhe tempestade. Quem critica o servo do Senhor, se candidata a ser futuramente criticado. (1 Coríntios 9.6-14)
A maior lei implantada na Dispensação da GRAÇA, é conhecida como a LEI DA SEMEADURA e se encontra em Gálatas 6.7. É ela que nos dá a certeza de que tudo o que fazemos de mal para os outros, retorna em mal para nós. E tudo o que fazemos de bem para os outros, retorna em bem. Não concordamos com o ditado popular do AQUI SE FAZ AQUI SE PAGA, porque esta questão foi levantada por ASAFE e Deus o consolou mostrando que muitos dos males feitos pelas pessoas ruins, serão “recompensados” pelo próprio Deus no local e na hora escolhidas por Ele. Salmo 73. Para as pessoas que entendem a lei da semeadura como um argumento para se vingarem de males recebidos, Deus declara nitidamente em Romanos 12.19.
Sou uma mulher que Creio que Deus tem nos entregue essa visão para a conquista do nosso território. A visão nos facilita povoar o céu, estamos tomando de assalto as vidas das mãos do Diabo. Nossa missão é consolidar as famílias para que elas voltem à Gênese.
A ação sempre causa atrito mas toda vez que o povo de Deus avança ,o inimigo intensifica sua oposição ,e isso esquenta os animos
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Sou uma mulher que Creio que Deus tem nos entregue essa visão para a conquista do nosso território. A visão nos facilita povoar o céu, estamos tomando de assalto as vidas das mãos do Diabo. Nossa missão é consolidar as famílias para que elas voltem à Gênese.
A ação sempre causa atrito mas toda vez que o povo de Deus avança ,o inimigo intensifica sua oposição ,e isso esquenta os animos
quinta-feira, 19 de junho de 2014
O VALOR DE UM PASTOR
No segundo Domingo de Junho é comemorado o Dia do Pastor. Neste tempo em que a figura do Pastor tem sido tão desprestigiada, tão atacada e também tão incompreendida, vale a pena esta esta reflexão. É verdade sim que há verdadeiros lobos disfarçados de pastores, mas há também aqueles que cumprem seu chamado, que se desgastam e dão as suas vidas pelas ovelhas e pelo ministério. Vale a pena uma oração pelo seu pastor, vale a pena aferir e conferir os reais valores deste ser humano, cuja responsabilidade é tão vital: Conduzir seu rebanho ao aprisco seguro do Senhor. Que Deus abençoe os nossos pastores.
O valor de um pastor não é medido por sua popularidade, poder de persuasão ou quantidade de pessoas que atrai, mas sim por seu caráter e fidelidade a Deus (Jo 6.66 e 67);
O valor de um pastor não é medido pela aprovação de homens, mas pela aprovação de Deus. O pastor é segundo o coração de Deus e não segundo o coração dos homens (Jr 3.15);
O valor de um pastor não é medido pelo tamanho de sua igreja, mas por suas qualidades éticas, morais e espirituais;
O valor de um pastor não é medido pelo volume das entradas financeiras de sua igreja,
mas por sua capacidade de suprir seu rebanho com a Palavra de Deus.
mas por sua capacidade de suprir seu rebanho com a Palavra de Deus.
Há pastores que se preocupam com a lã. Há pastores que se preocupam com as ovelhas.
O valor de um pastor não é medido pelo salário que ganha, mas pelo serviço que presta;
O valor de um pastor não é medido por sua capacidade política e de articulação, pois muitas vezes ele deixa de ser “politicamente correto” para permanecer justo e reto diante de Deus;
O valor de um pastor não é medido pelos cargos que ele ocupa na denominação, mas pelo serviço que presta à Obra de Deus;
O valor de um pastor não é medido pela satisfação de seus ouvintes, mas por sua pregação coerente aos valores do evangelho bíblico capaz de transformar vidas. A sua mensagem, ao invés de massagear o ego humano, às vezes desagrada por confrontar o ouvinte com a verdade;
O valor de um pastor não é medido pelo seu poder ou status, mas por sua submissão e obediência a Deus;
O valor de um pastor não é medido por sua autossuficiência. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza de homens que às vezes julgamos fracos e incapacitados (2ª Co 12.9);
O valor de um pastor não é medido por sua condição física, mas por sua condição espiritual;
O valor de um pastor não é medido pela quantidade de amigos ou pessoas que o rodeiam, mas sim por seu amor às pessoas;
O valor de um pastor não é medido pelos seus discursos, mas pela autoridade de seu viver (Mt 7.9);
O valor de um pastor não é medido pelo crescimento quantitativo ou não da membresia de sua igreja,
mas pelas transformações que suas mensagens geram em seus ouvintes. Há por aí templos cheios de pessoas perdidas, e igrejas pequenas onde pessoas experimentam a salvação em Cristo;
mas pelas transformações que suas mensagens geram em seus ouvintes. Há por aí templos cheios de pessoas perdidas, e igrejas pequenas onde pessoas experimentam a salvação em Cristo;
O valor de um pastor não é medido pelo seu poder de empolgar sua igreja ou plateia, pois seu chamado é para pastorear e não para “animar” auditório;
O valor de um pastor não é medido pelas crises que passa ou deixa de passar, mas pela maneira como se comporta em momentos difíceis;
O valor de um pastor é medido por critérios divinos e não humanos.
O pastor é dependente de Deus, e não de homens;
O pastor é homem frágil e pequeno, por meio do qual Deus realiza coisas grandes e extraordinárias; O pastor sabe que seu chamado é para pastorear e não para gerir empresas;
Ele não se preocupa com números mas com a saúde de suas ovelhas;
O verdadeiro pastor não se “contextualiza” ao mundo, mas se esforça para tirar vidas do mundo;
O pastor de valor forma valores.
O pastor é homem frágil e pequeno, por meio do qual Deus realiza coisas grandes e extraordinárias; O pastor sabe que seu chamado é para pastorear e não para gerir empresas;
Ele não se preocupa com números mas com a saúde de suas ovelhas;
O verdadeiro pastor não se “contextualiza” ao mundo, mas se esforça para tirar vidas do mundo;
O pastor de valor forma valores.
Se você tem um pastor, agradeça a Deus, ore por ele e ame-o!
(Pr. Joaquim de Paula Rosa)
Sou uma mulher que Creio que Deus tem nos entregue essa visão para a conquista do nosso território. A visão nos facilita povoar o céu, estamos tomando de assalto as vidas das mãos do Diabo. Nossa missão é consolidar as famílias para que elas voltem à Gênese.
A ação sempre causa atrito mas toda vez que o povo de Deus avança ,o inimigo intensifica sua oposição ,e isso esquenta os animos
segunda-feira, 2 de junho de 2014
A língua tem este poder para direcionar e conduzir o corpo inteiro.
Tiago 3:2:
Até aqui, Tiago explicou duas características do cristão maduro: ele é paciente em meio às tribulações (Tiago 1) e pratica a verdade (Tiago 2), ele trata da terceira característica do cristão maduro: controla sua língua.
As palavras que proferimos podem ser bênção ou maldição, palavras que edificam ou palavras que arrasam. É contra essa dupla possibilidade que Tiago nos adverte. O poder das palavras é um dos maiores poderes que Deus deu. O ser humano pode usar a língua para louvar a Deus, orar, pregar a Palavra e levar os perdidos a Cristo. Um privilégio e tanto! Mas também é capaz de usar a mesma língua para contar mentiras que podem arruinar a reputação de uma pessoa ou magoá-la profundamente. A capacidade de proferir palavras corresponde à capacidade de influenciar a outros e de realizar tarefas grandiosas; no entanto, não lhe damos o devido valor.
Tiago começa com um conselho. Qual? “Meus irmãos, somente poucos de vocês deveriam se tornar mestres na Igreja, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com mais rigor do que os outros” (v. 1). Ao que parece, todos na congregação desejavam ensinar e ser líderes espirituais. Talvez estivessem impressionados com a autoridade e o prestígio dos cargos de liderança, esquecendo a tremenda responsabilidade e a prestação de contas que implicam! Os que ensinam a Palavra serão julgados com maior rigidez! Os mestres devem usar a língua para compartilhar a verdade de Deus, e é fácil pecar com a língua. Além disso, os mestres devem praticar o que ensinam, pois, de outro modo, seus ensinamentos não passarão de hipocrisia. Não é difícil imaginar os danos que um mestre pode causar por se mostrar despreparado ou por sua vida não condizer com seus ensinamentos.
Tiago 3:2:
Até aqui, Tiago explicou duas características do cristão maduro: ele é paciente em meio às tribulações (Tiago 1) e pratica a verdade (Tiago 2), ele trata da terceira característica do cristão maduro: controla sua língua.
As palavras que proferimos podem ser bênção ou maldição, palavras que edificam ou palavras que arrasam. É contra essa dupla possibilidade que Tiago nos adverte. O poder das palavras é um dos maiores poderes que Deus deu. O ser humano pode usar a língua para louvar a Deus, orar, pregar a Palavra e levar os perdidos a Cristo. Um privilégio e tanto! Mas também é capaz de usar a mesma língua para contar mentiras que podem arruinar a reputação de uma pessoa ou magoá-la profundamente. A capacidade de proferir palavras corresponde à capacidade de influenciar a outros e de realizar tarefas grandiosas; no entanto, não lhe damos o devido valor.
Tiago começa com um conselho. Qual? “Meus irmãos, somente poucos de vocês deveriam se tornar mestres na Igreja, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com mais rigor do que os outros” (v. 1). Ao que parece, todos na congregação desejavam ensinar e ser líderes espirituais. Talvez estivessem impressionados com a autoridade e o prestígio dos cargos de liderança, esquecendo a tremenda responsabilidade e a prestação de contas que implicam! Os que ensinam a Palavra serão julgados com maior rigidez! Os mestres devem usar a língua para compartilhar a verdade de Deus, e é fácil pecar com a língua. Além disso, os mestres devem praticar o que ensinam, pois, de outro modo, seus ensinamentos não passarão de hipocrisia. Não é difícil imaginar os danos que um mestre pode causar por se mostrar despreparado ou por sua vida não condizer com seus ensinamentos.
Tiago diz se você quer ser mestre, se você quer ser líder, tome cuidado, não é que você não deva almejar uma posição de liderança, se Deus lhe deu essa capacidade, esse dom, mas saiba de uma coisa, o líder vai ter um juízo maior.
Ensinar era uma profissão altamente estimada e respeitada na cultura judaica, e muitos judeus que abraçaram o cristianismo queriam ser professores. Tiago os advertiu dizendo que embora seja bom ter a aspiração para ensinar, a responsabilidade dos mestres é grande porque suas palavras e seu exemplo afetam a vida espiritual das outras pessoas.
Para responder a essa pergunta, Tiago faz uso de quatro comparações. As duas primeiras comparações apresentam um ponto em comum: o pequeno controla o grande, a parte controla o todo.
Tanto o que dizemos quanto o que não dizemos é importante. O dano que a língua descontrolada pode causar é comparado a um fogo devastador. As palavras infundadas e odiosas são prejudiciais porque espalham rapidamente a destruição, e ninguém pode deter os resultados após serem proferidas. As palavras bem ditas produzem vida para os que a ouvem, edificam, reatam relacionamentos, firmam alianças, promovem paz e união e crescimento para a comunidade cristã.
Então, Tiago diz que se você controla sua língua, você controla o seu corpo inteiro; se você domina sua língua, você domina o seu corpo todo, e então você domina sua vida.
A língua tem o poder de conduzir. O poder da fala tem a capacidade de dirigir tanto para o bem quanto para o mal. Para exemplificar seu ensino, Tiago usa duas figuras para mostrar o poder da língua para dirigir, o freio e o leme.
“Ora, nós pomos freio nas bocas dos cavalos, para que nos obedeçam”. Este pequeno mecanismo utilizado no meio equestre garante aos que praticam a montaria segurança e controle do seu animal, já que este, por sua natureza, dispensa impulsiva força. O cavalo é classificado como um animal de grande porte e, dependendo da raça, pode variar sua altura entre 1,50 m até 1,80 m e seu peso entre 200 kg e 800 km. O freio é uma pequena peça (aproximadamente 25 cm de comprimento por 11 cm de largura) aliada ao bridão que se encaixa na boca do animal para que atenda às orientações do cavaleiro. Uma peça de poucos centímetros é capaz de controlar e conduzir um animal de quase 1 tonelada.
Tomem também como exemplo os navios; embora sejam tão grandes e impelidos por fortes ventos, são dirigidos por um leme muito pequeno (...)”. O tamanho e o peso de um leme são desprezíveis, se comparado ao tamanho e o peso de um grande navio, mas ele tem como função direcionar essa gigantesca embarcação. De acordo com a vontade do timoneiro, o leme vira o navio para a direita ou para esquerda. O navio vai para onde o leme o dirige.
Quando a nossa fala é direcionada para o mal está cheia de amargura, ciúme, ambição, egoísmo, preocupações e desejos terrenos, pensamentos e ideias não espirituais, desordem e males. Mas quando ela é conduzida pela sabedoria divina e pelo poder do Espírito Santo, fluem de nós palavras que promovem pureza, paz, consideração pelos outros, edificação, misericórdia, sinceridade, bondade e amor.
O freio e o leme têm o poder de dirigir, o que significa que afetam a vida de outros. Um cavalo disparado ou um naufrágio podiam causar ferimentos e até mesmo ser fatais para pedestres e passageiros. As palavras que proferimos afetam a vida de outros.
O que Tiago está dizendo é que se nós não controlarmos a nossa língua, nós seremos como um transatlântico sem leme e sem direção. Se não controlarmos nossa língua, vamos nos arrebentar nos rochedos, vamos nos destruir e vamos ainda destruir quem está perto de nós, porque a língua tem poder de dirigir para o bem ou para o mal.
Assim como o leme arrasta o navio e o freio direciona o cavalo, da mesma forma a língua tem este poder – direcionar e conduzir o corpo inteiro. Para onde sua língua o tem levado? Qual a direção que ela tem dado à sua vida?
A língua tem o poder de destruir. A língua não tem apenas o poder de dirigir, mas também tem o poder de destruir. Tiago lança mão de outra figura, a figura de uma fagulha, que põe e incendeia uma floresta.
Considerem que esta comparação de uma pequena fagulha incendiando uma grande floresta diz respeito não só à imagem de devastação causada na paisagem, à morte da vegetação, mas também ao resultado irreversível desta tragédia. É impossível obter o mesmo aspecto, ou a mesma condição de vida que existiam anteriormente ao incêndio. Mesmo sendo uma pequena fagulha, o fogo é devastador, destruidor, alastra-se com facilidade e consome tudo, restando apenas cinzas.
O fogo, depois que se agiganta e alastra torna-se indomável e deixa atrás de si grande devastação. Assim é o poder da língua. Um comentário maledicente se espalha, a boataria medra e a fofoca se infiltra; como labaredas de fogo, a fofoca vai se alastrando e provocando destruição. Assim como o fogo cresce, espalha, fere, destrói e provoca sofrimento, prejuízo e destruição, assim também é o poder da língua. Muitas vezes, fazem-se comentários acerca de uma pessoa, ou de uma determinada situação, em um tom jocoso, em tom de brincadeira, mas não podemos imaginar o que uma palavra irrefletida, mal colocada, pode provocar na vida de uma pessoa. E, então, Tiago está nos alertando que a língua tem de igual modo o poder destruidor. Tiago diz no versículo 6 que a língua é fogo. Ele não disse que é como fogo, mas é fogo. Tiago faz uma afirmação categórica. Ele diz também que a língua é um mundo de iniquidade. A língua corrompe. Mais do que isso, a língua contamina, fermenta, joga uma pessoa contra a outra.
Não ousemos ser descuidados com as palavras, pensando que mais tarde teremos oportunidade para nos desculpar, porque mesmo agindo desta forma as cicatrizes permanecerão. Algumas palavras faladas com ira podem destruir um relacionamento que levou anos para ser construído. Antes de falar, lembre-se de que as palavras são como o fogo – você não pode controlar nem consertar o dano que elas podem causar.
A língua é indomável. Nos versos 7 e 8, Tiago diz que o homem com o seu gênio consegue domar as aves, os répteis e os peixes, consegue domar o que está no ar, na terra e na água. Mas ninguém conseguiu domar a língua, isso é impressionante: “Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal” (v. 8).
Se ninguém pode controlar a língua, porque devemos nos importar tentando fazê-lo? Embora não consigamos ter um controle perfeito deste pequeno órgão, o Espírito Santo nos ajuda a desenvolver o domínio próprio. Não estamos lutando contra o poder da língua com nossas próprias forças. O Espírito Santo nos dá um crescente poder para monitorar e controlar tudo o que dissermos. Ele nos lembrará do amor de Deus e falaremos a verdade, só o que for necessário e de forma gentil.
A língua é incoerente. Outra lição deste texto é que não pode haver duplicidade na palavra do cristão (vv. 11,12). Tiago usa três exemplos para ilustrar o seu ensino:
A primeira ilustração é a fonte que jorra água: “Por acaso pode a mesma fonte jorrar água doce e água amarga?” (v. 11). A resposta é não! Uma fonte não pode produzir dois tipos de água. Da mesma maneira, a língua de um cristão não pode produzir dois tipos de palavras, a de bênção e a da maldição. “Com a língua bendizemos o Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. Da mesma boca procedem a bênção e a maldição. Meus irmãos, não pode ser assim” (v. 9,10).
A segunda ilustração empregada por Tiago é a da árvore que produz frutos segundo a sua espécie: “pode uma figueira produzir azeitonas ou uma videira, figos?” (v. 12). Cada árvore produz frutos segundo a sua espécie, de acordo com a sua natureza.
A terceira ilustração, semelhante à primeira, mas com uma variação diz: “Da mesma forma, uma fonte de água salgada não pode produzir água doce” (v. 12). Uma fonte que só produza água amarga não é errada em si mesma. Pode ser uma fonte medicinal, de águas sulfurosas. Nesta última ilustração, a fonte só jorra uma qualidade de água, potável ou não potável. Não importa qual seja, mas é uma só. A fonte salgada não produz água doce e vice-e-versa.
A mesma língua que usamos para falar dos outros é a mesma língua que usamos para louvar a Deus no culto. A mesma língua que usamos para glorificar ao Senhor com nossos cânticos e orações usamos também para ferir de morte uma pessoa criada à imagem de Deus. A língua não apenas é incoerente, mas também contraditória.
Nossa fala contraditória frequentemente nos confunde. Às vezes, nossas palavras são corretas e agradáveis a Deus; porém, às vezes, são violentas e destrutivas. Quais destes padrões de fala refletem nossa verdadeira identidade? Fomos criados à imagem de Deus, mas nossa língua tende a dar um retrato da nossa natureza pecaminosa. Deus trabalha para nos transformar de dentro para fora. Considerem as palavras do Senhor Jesus “a boca fala, do que o coração está cheio”. Quando o Espírito Santo purifica um coração, ele concede o domínio próprio para que o crente saiba o que falar, quando falar e falar com propósito.
O poder que as palavras têm de fazer bem ou mal
Tiago, nos versículos 11 e 12, do capítulo 4, mais uma vez volta ao assunto do uso correto da língua. Agora, fala declaradamente contra a fofoca, maledicência, difamação etc., mas de um novo ponto de vista: associa a maledicência com o julgamento. Ele corrige esse grave pecado mostrando algumas coisas:
Como devemos considerar uns aos outros como irmãos. Tiago chama seus leitores de “irmãos” para lembrar-lhes de que são da mesma família. E adverte aqueles irmãos que “não critiquem nem falem mal uns dos outros” (v. 11, A21). Vocês já perceberam que quando se trata de falar mal do outro, o outro nunca está presente para se defender? Não existe motivo para gerarmos maldições em nossa vida através da maledicência. Quando alguém vier falando de outro irmão, ignore, fuja ou exorte. Mas não seja um participante ativo, nem um ouvinte passivo deste pecado e injustiça. Diante de Deus, falar mal de um irmão é algo imoral e incorreto. Tiago diz enfaticamente: não fale mal do outro irmão. Afinal, somos uma só família, e nossas diferenças foram cravadas na cruz, tornamo-nos um só corpo, por meio do sacrifício de Jesus Cristo.
Como devemos considerar a Lei. Tiago diz no verso 11: “Quem fala contra o seu irmão ou julga o seu irmão, fala contra a Lei e a julga”. Se falarmos mal, nós quebramos o preceito da lei que devíamos obedecer. Jesus resumiu a lei como o amor a Deus e ao próximo (Mt. 22:37-40), e Paulo disse que o amor demonstrado ao próximo satisfaria plenamente a lei (Rm. 13:6-10). Quando falhamos em amar, estamos, na verdade, infringindo a lei de Deus. A Palavra de Deus funciona como um espelho. Quanto mais olhamos para ela mais vemos quem somos. Quando tiramos os olhos da Palavra de Deus, passamos a observar mais a vida e o comportamento dos outros. Por isso, quanto menos fixamos nossos olhos na Palavra de Deus, mais os fixamos nos outros e maior facilidade teremos de nos tornar maledicentes. Falar mal dos outros é uma forma de revelar que estamos olhando pouco para a Bíblia.
Como devemos considerar a Deus. Leiam agora a primeira parte do verso 12: “Há apenas um Legislador e Juiz,...” (v.12a). Deus é o legislador, o sustentador da vida e o juiz. Quando falamos mal do irmão pecamos contra Deus.
Tiago está dizendo que Deus é o único que faz as leis e o único juiz. Só ele pode salvar ou destruir. Nós só podemos ver o pecado, mas não podemos fazer algo eficaz contra ele, enquanto Deus pode vê-lo e definir a sentença do pecador. Se houver arrependimento, há salvação; se não houver, há condenação, e Deus promete que vai fazer justiça a todos nós. Ele vai julgar o mundo através de Jesus (At. 17:31). Quando tomamos a frente disso, estamos tomando um lugar que só pertence a Deus.
Se o ato de falar mal é claramente visto como pecado, o ato de julgar também deve ser visto desta forma, porque é a usurpação de algo nobre que traz embutida a autoridade que só pertence a Deus e foi prometida por Deus. Devemos ter a consciência de que julgar os irmãos é passar por cima da autoridade de Deus; porque ele proibiu julgar, só ele tem direito de julgar. E já prometeu que vai julgar.
Como devemos considerar a nós mesmos. Tiago nos adverte que quando falamos mal do irmão, colocamo-nos numa posição de superioridade. Observe o que diz a parte final do verso 12: “Mas quem é você para julgar o seu próximo?”. Não somos melhores do que ninguém. Somos apenas discípulos em processo de crescimento. Quanto mais consciente de minhas falhas e limites, mais estarei disposto a crescer e a melhorar. Jesus Cristo enfatizou: “Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.” (Lucas 6:42). Discípulo que deseja a maturidade é o discípulo que busca o referencial em Jesus e busca a perfeição em si mesmo, sem exigir dos outros. Quem precisa melhorar sou eu. Eu, estando mais firme com Cristo, saberei amar e auxiliar meus irmãos em suas falhas pessoais.
Quando Jesus transforma o coração, as mudanças começam a aparecer em todas as áreas da nossa vida, tanto em atitudes quanto em palavras. Às vezes, essas mudanças demoram. Mas geralmente uma fonte cristalina tem que produzir palavras cristalinas.
Você já reparou no poder que as palavras têm de fazer bem ou mal? Consegue se lembrar de uma vez em que você foi desmontado por uma palavra maldita? Por outro lado, lembra-se de alguma vez em que alguém falou uma palavra de encorajamento que mudou toda a sua perspectiva de vida? Você tende a abençoar ou a amaldiçoar?
Tiago compara a língua com uma árvore e seu fruto. A árvore fala de fruto e fruto é alimento. Fruto renova as energias, a força, a saúde e dá capacidade para viver. Nós podemos alimentar as pessoas com uma palavra boa, uma palavra vinda do coração de Deus, uma palavra de consolo. Fruto também fala de um sabor especial. Nós podemos dar sabor à vida das pessoas pela maneira como nos comunicamos.
A natureza humana tenta nos impelir a fofocar, resmungar, criticar, xingar, blasfemar, julgar. Mas foi por isso que Jesus veio para este mundo. A morte e a ressurreição de Jesus tiveram como alvo a salvação daqueles que depositam sua confiança (fé) nele para a vida eterna, e o efeito desta salvação, operada em nós pelo poder do Espírito Santo, produz transformação na vida, no coração, na mente e até na língua de todos os que têm Cristo como seu Senhor e Mestre.
Sou uma mulher que Creio que Deus tem nos entregue essa visão para a conquista do nosso território. A visão nos facilita povoar o céu, estamos tomando de assalto as vidas das mãos do Diabo. Nossa missão é consolidar as famílias para que elas voltem à Gênese.
A ação sempre causa atrito mas toda vez que o povo de Deus avança ,o inimigo intensifica sua oposição ,e isso esquenta os animos
quinta-feira, 22 de maio de 2014
MULHERES INDESISTIVEIS
Sou uma mulher que Creio que Deus tem nos entregue essa visão para a conquista do nosso território. A visão nos facilita povoar o céu, estamos tomando de assalto as vidas das mãos do Diabo. Nossa missão é consolidar as famílias para que elas voltem à Gênese.
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
Sou uma mulher que Creio que Deus tem nos entregue essa visão para a conquista do nosso território. A visão nos facilita povoar o céu, estamos tomando de assalto as vidas das mãos do Diabo. Nossa missão é consolidar as famílias para que elas voltem à Gênese.
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