segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A Adoração Da Mãe E Do Filho 

UM DOS EXEMPLOS MAIS destacados de como o paganismo babilônico tem continuado até nossos dias pode ser visto na maneira como a igreja romanista inventou a adoração a Maria para substituir a antiga adoração à deusa-mãe.A história da mãe e do filho foi largamente conhecida na antiga Babilônia e desenvolveu-se até ser uma adoração estabelecida. Numerosos monumentos da Babilônia mostram a deusa-mãe Semiramis com seu filho Tamuz nos braços. Quando o povo da Babilônia foi espalhado para as várias partes da terra, levaram consigo a adoração da mãe divina e de seu filho. Isto explica porque muitas nações adoravam uma mãe e um filho - de uma forma ou de outra - séculos antes do verdadeiro Salvador, Jesus Cristo, ter nascido neste mundo! Nos vários poises onde este culto se espalhou, a mãe e o filho foram chamados por diferentes nomes pois, relembramos, a linguagem foi confundida em Babel.
Os chineses tinham uma deusa-mãe chamada Shingmoo ou "Santa Mãe". Ela é representada com um filho nos braços e raios de glória ao redor da cabeça.Os antigos germanos adoravam a virgem Hertha com o filho nos braços. Os escandinavos a chamavam de Disa, que também era representada com um filho. Os etruscos chamavam-na de Nutria, e entre os druidas a Virgo-Patitura era adorada como a "Mãe de Deus" Na Índia, era conhecida como Indrani, que também era representada com o filho nos braços.A deusa-mãe era conhecida como Afrodite ou Ceres pelos gregos; Nana, pelos sumários; e como Vênus ou Fortuna, pelas suas devotas nos velhos dias de Roma, e seu filho como Júpiter.Por varias eras. Isis, a "Grande Deusa" e seu filho Iswara, têm sido adorados na Índia, onde templos foram erigidos para sua adoração.Na Asia, a mãe era conhecida como Cibele e o filho como Deoius. "Mas, a despeito de seu nome ou lugar' diz um escritor, "ela foi a esposa de Baal, a virgem rainha dos céus, que ficou grávida, sem jamais ter concebido de varão."Quando os filhos de Israel caíram em apostasia, eles também foram enganados por esta adoração da deusa-mãe. Como lemos em Juizes 2:13: "Eles deixaram ao Senhor: e serviram a Baal e a Astarote." Astarote ou Astarte era o nome pelo qual a deusa era conhecida pelos filhos de Israel. É penoso pensar que aqueles que haviam conhecido o verdadeiro Deus, o abandonassem e adorassem a mãe pagã. Ainda assim era exatamente o que faziam repetidamente (Juizes 10: 6; 1 Samuel 7:3,4; 12:10; I Reis 11:5;11 Reis 23:13) Um dos títulos pelos quais a deusa era conhecida entre eles era o de "rainha dos céus" (Jeremias 44:17-19). O profeta Jeremias repreendeu-os por a adorarem, mas eles se rebolaram contra sua advertência.Em Éfeso, a grande mãe era conhecida como Diana. O templo dedicado a ela, naquela cidade, era uma das sete maravilhas do mundo antigo! Não somente em Éfeso, mas em toda a Ásia e em todo o mundo a deusa era adorada (Atos 19: 27).No Egito, a mãe era conhecida como Ísis e seu filho como Horus. E muito comum os monumentos religiosos do Egito mostrarem o infante Horus sentado no colo de sua mãe.Esta falsa adoração, tendo se espalhado da Babilônia para as diversas nações, com diferentes nomes e formas, finalmente estabeleceu-se em Roma e em todo o império Romano. Diz um notável escritor com relação a este período: A adoração da Grande Mãe...foi...muito popular sob o império Romano. Inscrições provam que os dois (a mãe e o filho) recebiam honras divinas...não somente na Itália e especialmente em Roma, mas também nas províncias, especialmente na África, Espanha, Portugal, França, Alemanha, e Bulgária."Foi durante esse período quando o culto da mãe divina foi muito destacado, que o Salvador, Jesus Cristo, fundou a verdadeira igreja do Novo Testamento. Que gloriosa igreja ela foi naqueles dias primitivos! Pelo terceiro e quarto século, contudo, o que era conhecido como a "igreja" havia, em muitas maneiras abandonado a fé original, caindo em apostasia a respeito do que os apóstolos haviam avisado. Quando essa "queda" veio, muito paganismo foi misturado com o cristianismo. Pagãos não convertidos eram tomados como professos na igreja e em numerosas ocasiões tinham a permissão de continuar muitos dos seus rituais e costumes pagãos - usualmente com umas poucas reservas ou mudanças, para fazer suas crenças parecerem mais semelhantes à doutrina cristã.
Um dos melhores exemplos de tal transferência do paganismo pode ser visto na maneira como a igreja professa permitiu que o culto da grande mãe continuasse - somente um pouquinho diferente na forma e com um novo nome! Veja você, muitos pagãos tinham sido trazidos para o cristianismo, mas tão forte era sua adoração pela deusa-mãe, que não a queriam esquecer. Líderes da igreja comprometidos viram que, se pudessem encontrar alguma semelhança no cristianismo com a adoração da deusa-mãe, poderiam aumentar consideravelmente o seu número. Mas, quem podia substituir a grande mãe do paganismo? É claro que Maria, a mãe de Jesus, pois era a pessoa mais lógica para eles escolherem. Ora, não podiam eles permitir que as pessoas continuassem suas orações e devoções a uma deusa-mãe, apenas chamando-a pelo nome de Maria, em lugar dos nomes anteriores pelos quais era conhecida? Aparentemente foi este o raciocínio empregado, pois foi exatamente o que aconteceu! Pouco a pouco, a adoração que tinha sido associada com a mãe pagã foi transferida para Maria.
Mas a adoração a Maria não fazia parte da fé cristã original. É evidente que Maria, a mãe de Jesus, foi uma mulher excelente, dedicada e piedosa - especialmente escolhida para levar em seu ventre o corpo de nosso Salvador - mesmo assim nenhum dos apóstolos nem mesmo o próprio Jesus jamais insinuaram a idéia dá adoração a Maria.Durante os primeiros séculos da igreja, nenhuma ênfase, fosse qual fosse, era colocada sobre Maria. Este ponto é admitido pela The Catholic Encyclopedia também: À devoção a Nossa Bendita Senhora, em última análise, deve ser olhada como uma aplicação prática da doutrina da Comunhão dos Santos. Vendo que esta doutrina não está contida, pelo menos explicitamente, nas formas primitivas do Credo dos Apóstolos, não há talvez qualquer campo para surpresa de não descobrirmos quaisquer traços claros do culto da Bendita Virgem nos primeiros séculos cristãos " sendo o culto de Maria um desenvolvimento posterior.
Não foi até o tempo de Constantino - a primeira parte do quarto século - que qualquer um começou a olhar para Maria como uma deusa. Mesmo neste período, tal adoração foi combatida pela igreja, como é evidente pelas palavras de Epifânio (403 d.C.) que denunciou alguns da Trácia, Arábia, e qualquer outro lugar, por adorarem a Maria como uma deusa e oferecerem bolos em seu santuário. Ela deve ser honrada, disse ele, "mas que ninguém adore Maria." Ainda assim, dentro de apenas uns poucos anos mais, o culto a Maria foi não apenas ratificado pela que conhecemos hoje como igreja Católica, mas tornou-se uma doutrina ofiicial no Concílio de Éfeso em 431!
Em Éfeso? Foi nessa cidade que Diana tinha sido adorada como a deusa da virgindade e da fertilidade desde os tempos primitivos! Dizia-se que ela representava os primitivos poderes da natureza e foi assim esculpida com muitos selos. Uma coroa em forma de torre, símbolo da torre de Babel, adornava sua cabeça.
Quando as crenças são por séculos conservadas por um povo, elas não são facilmente esquecidas. Assim sendo, os líderes da igreja em Éfeso - quando veio a apostasia - também raciocinaram que se fosse permitido às pessoas conservarem suas ideias a respeito de uma deusa-mãe, se isto fosse misturado com o cristianismo e o nome de Maria fosse colocado no lugar, eles poderiam ganhar mais convertidos. Mas este não era o método de Deus. Quando Paulo veio para Éfeso nos dias primitivos, nenhum compromisso foi feito com o paganismo. As pessoas eram realmente convertidas e destruiram seus ídolos da deusa (Atos 19:24-27). Quão trágico que a igreja em Éfeso, em séculos posteriores, se comprometesse e adorasse uma forma de adoração da deusa-mãe, tendo o Concílio de Éfeso finalmente transformado isto em uma doutrina oficial!
Uma posterior indicação que o culto a Maria passou a existir partindo do antigo culto à deusa-mãe, pode ser visto nos títulos que são atribuídos a ela. Maria é freqüentemente chamada "A Madona" De acordo com Hislop, esta expressão é a tradução de um dos títulos pelos quais a deusa babilônica era conhecida. Em forma deificada, Nimrode veio a ser conhecido como Baal. O título de sua esposa, a divindade feminina, seria o equivalente a Baalti. Em Português, esta palavra significa "minha Senhora"; em Latim, "Mea Domina", e em italiano, foi corrompida para a bem conhecida "Madonna" * Entre os fenicios, a deusa-mãe era conhecida como "A Senhora do Mar", e até mesmo este titulo e aplicado a Maria - embora não exista qualquer conexão entre Maria e o mar!

As Escrituras tornam claro que existe apenas um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem (I Tm. 2:5). Ainda assim o catolicismo romano ensina que Maria também é uma "mediadora". As arações para ela formam uma parte muito importante do culto católico. Não existe base escrituristica para esta idéia, embora este conceito não fosse estranho às idéias ligadas à deusa-mãe. Ela trazia como um dos seus titulas "Milita", que é a "Mediatrix", "Medianeira" ou "Mediadora".

Maria é frequentemente chamada "rainha dos céus". Mas Maria, a mãe de Jesus, não é a rainha dos céus. "A rainha dos céus" foi um título da deusa-mãe que foi adorada séculos antes de Maria ter ao menos nascido. Bem antes, nos dias de Jeremias, o povo estava adorando a "rainha dos céus" e praticando rituais que eram sagrados para ela. Como lemos em Jeremias 7:18-20: "Os filhos apanham a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha, para se fazerem bolos à rainha dos céus".
Um dos títulos pelos quais Ísis era conhecida era a "mãe de Deus" Mais tarde este mesmo título foi aplicado a Maria pelos teólogos de Alexandria. Maria era, é claro, a mãe de Jesus, mas somente no sentido de sua natureza humana, sua humanidade. O significado original de "mãe de Deus" ia além disto; acrescentava uma posição glorificada à MÃE e a igreja católica da mesma maneira foi muito ensinada a pensar assim a respeito de Maria!
A imagem da deusa-mãe com o filho nos braços estava tão firmemente gravada na mente pagã quando vieram os dias da apostasia que, de acordo com um escritor, à antiga imagem de Ísis e do filho Horus foi finalmente aceita, não somente na opinião popular, mas, por sanção episcopal formal, foi aceita como a imagem da "Virgem e do seu filho". Representações de Ísis e do seu filho foram frequentemente colocadas em uma moldura de flores. Esta prática também foi aplicada a Maria, como aqueles que têm estudado arte medieval bem o sabem.
Astarte, a deusa fenícia da fertilidade, era associada com a lua crescente, como é visto em uma antiga medalha.
A deusa egípcia da fertilidade, Ísis, era representada como és tando de pé sobre a lua crescente com estrelas rodeando sua cabeça. Nas igrejas católicas romanas por toda a Europa podem ser vistas pinturas de Maria exatamente da mesma maneira! A ilustração que segue (conforme é vista nos catecismos católicos) apresenta Maria com doze estrelas circundando sua cabeça e a lua crescente debaixo dos pés!
De numerosas maneiras, líderes da apostasia tentaram fazer Maria parecer semelhante às deusas do paganismo e exaltá-la a um plano divino. Uma vez que os pagãos tinham estátuas da deusa assim também estátuas eram feitas de "Maria". Diz-se que em alguns casos, as mesmas estátuas que tinham sido adoradas com Ísis (com seu filho) simplesmente ganharam outro nome, como de Maria e Cristo menino "Quando o cristianismo triunfou" diz un escritor, "estas pinturas e figuras tornaram-se as figuras da Madona e do filho sem qualquer quebra da continuidade: nenhum arqueólogo, de fato, pode agora dizer se alguns desses objeto representam uma ou outras".
Muitas dessas figuras renomeadas foram coroadas e adornadas com jóias - exatamente da mesma maneira das imagens das virgens hindus e egípcias. Mas Maria, a mãe de Jesus, não era rica (Lucas 2:24; Lev. 12:8). De onde, então, vieram essas jóias e coroas que são vistas nestas estátuas que supostamente são dela?
Através de compromissos - alguns muito óbvios, e outros mais ocultos - a adoração da antiga mãe continuou dentro da "igreja" da apostasia, misturada, com o nome de Maria sendo substituto dos antigos nomes.

Quando João escreveu o livro de Apocalipse, a Babilônia - como uma cidade - já havia sido destruída e deixada em ruínas, como os profetas do Velho 'testamento haviam predito (Isaías 13:19-22; Jer. Sl-52). Mas, embora a cidade de Babilônia tenha sido destruída, os conceitos religiosos e costumes que se originaram na Babilônia continuaram e foram bem representados em muitas nações do mundo. Então, qual foi a religião da antiga Babilônia? Como começou tudo isto? Que significado ela traz para os tempos modernos? Como tudo isto se encaixa com o que João escreveu no livro de Apocalipse?
Voltando as páginas do tempo para o período um pouco antes do dilúvio, os homens começaram a migrar desde o Oriente, “e aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali” (Gn. ll:2). Foi nesta terra de Sinar que a cidade de Babilônia foi edificada e esta terra tornou-se conhecida como Babilônia ou mais tarde como Mesopotâmia.
Aqui o Eufrates e o Tigre depositaram ricas porções de terra que podia produzir safras em abundância. Mas, havia certos problemas que o povo encarava. Uma deles era o fato que a terra era percorrida constantemente por animais selvagens que eram uma ameaça constante para a segurança e a paz dos habitantes ( Êxodo 23:29,30). Obviamente qualquer um que pudesse, com sucesso, fornecer proteção desses animais selvagens, receberia grande aclamação por parte do povo.
Foi a esta altura dos acontecimentos, que um homem enorme, poderoso, chamado Nimrode, apareceu em cena. Ele se tornou poderoso, um poderoso caçador contra os animais selvagens. A Bíblia nos diz: “E Cusi gerou a Nimrode; este começou a ser poderoso na terra. E este foi poderoso CAÇADOR diante do Senhor" (Gn. l0:8,9).
Aparentemente o sucesso de Nimrode como poderoso caçador fez com que ele se tornasse famoso entre aquelas pessoas primitivas. Ele se tornou “um poderoso” na terra - um líder famoso nos negócios do mundo. Ganhando este prestígio, esquematizou um melhor meio de proteção. Em lugar de combater constantemente os animais selvagens, por que não organizar as pessoas em cidades e circundá-las com paredes de proteção? Em seguida, por que não organizar estas cidades em um reino? Evidentemente este foi o pensamento de Nimrode, pois a Bíblia nos diz que ele organizou tal reino. “E o princípio do seu reino foi Babel, e Ereque, e Acade, e Calné, na terra de Sinar” (Gn. l0:lO). O reino de Nimrode é o primeiro mencionado na Bíblia.
Sejam quais forem os melhoramentos que tenham sido feitos por Nimrode, devem ter sido bons e corretos, mas Nimrode foi um governante iníquo. O nome Nimrode vem de marad e significa, “ele se rebelou” A expressão que ele foi um poderoso “diante do Senhor pode trazer um significado hostil a palavra “diante” sendo algumas vezes utilizada como significando “contra” o Senhor. A Jewish Encyclopedia diz que Nimrode foi “aquele que fez todo o povo rebelar-se contra Deus.”
Nimrode que os excitou a tal afronta e contenda contra Deus ...Ele também gradualmente mudou o governo, levando-o à tirania, não vendo qualquer outra maneira de desviar os homens do temor de Deus ... as multidões estavam muito prontas a seguir as determinações de Nimrode... e eles construíram uma torre, não medindo sofrimentos, nem sendo em nenhum grau negligentes a respeito da obra: e, por razão da multidão de mãos empregadas nela, ela cresceu, ficando muito alta ... O lugar onde eles edificaram a torre é agora chama do Babilônia.”
Baseando suas conclusões em informações que nos tem vindo através da História, das lendas e da mitologia, Alexander Hislop tem descrito com detalhes como a religião babilônica desenvolveu-se em torno de tradições concernentes a Nimrode, sua esposa Semiramis, e seu filho Tamuz. Quando Nimrode morreu, de acordo com as antigas narrativas, seu corpo foi cortado em pedaços, queimado, e enviado a várias áreas. Práticas semelhantes são mencionadas até mesmo na Biblia (Juízes l9:29; l Samuel ll:7). Após a sua morte, que foi grandemente pranteada pelo povo da Babilônia, sua esposa Semiramis reinvindicou que ele agora era o deus-sol. Mais tarde, quando deu à luz a seu filho Tamuz reinvindicou que este filho Tamuz era seu herói Nimrode renascido.
A mãe de Tamuz havia provavelmente escutado a profecia do Messias que viria a ser nascido de uma mulher, pois esta verdade era conhecida desde os tempos mais primevos (Gn. 3:l5). Ela reinvindicou que seu filho fôra concebido de maneira sobrenatural e que era a semente prometida, o “salvador". Na religião que se originou dai, contudo, não somente o filho foi adorado, mas a mãe também passou a ser adorada!
A maior parte do culto babilônico era levado a efeito através de símbolos misteriosos - era uma religiãode “mistérios". O bezerro de ouro, por exemplo, era um símbolo de Tamuz, filho do deus-sol. Uma vez que Nimrode era acreditado ser o deus-sol ou Baal, o fogo era considerado como sua representação terrestre. Assim sendo, como veremos, velas e fogos rituais eram acesos em sua honra. Em outras formas, Nimrode era simbolizado por imagens do sol, peixes, árvores, obeliscos e animais.
Séculos mais tarde, Paulo deu uma descrição que se adapta perfeitamente ao que o povo da Babilônia seguiu: “Quando conheceram a Deus, não o glorificaram como Deus ... mas tornaram-se vãos em suas imaginações, e seu coração enlouquecido se obscureceu. Professando ser sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em uma IMAGEM feita à semelhança do homem corruptível, e a aves, e a bestas quadrúpedes, e coisas que se arrastam ... mudaram a verdade de Deus em mentira, e adoraram e serviram a CRIATURA mais do que ao CRIADOR ... por esta causa Deus os entregou a vis afeições.” (Rm. l:2l-26).
Este sistema de idolatria espalhou-se da Babilônia para as nações, pois foi desta localização que os homens foram espalhados por sobre a face da terra (Gn. ll:9). Enquanto saíam da Babilônia, levavam consigo seu culto da mãe e do filho, e os vários símbolos misteriosos com ele.
a Babilônia foi a fonte primitiva de onde todos os sistemas de idolatria floresceram.  
o sistema religioso do Egito derivou-se da Asia e do “primitivo império de Babel
Quando Roma tornou-se império mundial, é fato conhecido que ela assimilou dentro do seu sistema os deuses e religiões dos vários países pagãos que dominava! Desde que a Babilônia era a fonte de paganismo desses paises, podemos ver como a religião primitiva da Roma pagã não era outra senão o culto babilônico que havia se desenvolvido e tomado várias formas e nomes diferentes nos paises para os quais foram.
Conservando isto em mente, notamos que foi durante este tempo - quando Roma dominava o mundo - que o verdadeiro Salvador, Jesus Cristo, nasceu, viveu entre os homens, morreu e ressuscitou. Ele subiu aos céus, enviou o Espírito Santo, e a igreja do Novo Testamento foi estabelecida na terra. Que dias gloriosos!
A pessoa só tem que ler o livro de Atos para ver como Deus abençoou seu povo naqueles dias. Multidões foram acrescentadas à igreja - a verdadeira igreja. Grandes sinais e maravilhas foram realizados, enquanto Deus confirmava sua Palavra com sinais que se seguiam. O verdadeiro Cristianismo, ungido pelo Espírito Santo, varreu o mundo como um fogo na pradaria. Ele circundoú as montanhas e cruzou os oceanos. Fez reis tremerem e tiranos temerem. Foi dito daqueles cristãos primitivos que eles haviam transtornado o mundo! - tão poderosos foram sua mensagem e seu espírito
Antes de anos demais terem passado, contudo, os homens começaram a se estabelecer a sí mesmos como “senhores” sobre o povo de Deus no lugar do Espírito Santo. Em lugar de conquistar por meios espirituais e pela verdade - como nos dias primitivos - os homens começaram a substituir suas idéias e seus métodos.
Tentativas de fundirem o paganismo com o cristianismo estavam sendo feitas até mesmo nos dias quando nosso Novo Testamento estava sendo escrito, pois Paulo mencionou que “o mistério da iniquidade” já estava operando, avisou que viria uma “apostasia” e alguns “deixariam a fé, dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas de demônios” - as doutrinas camufladas dos pagãos (II Ts. 2: 3,7; I Tm. 4: 2). Pelo tempo que Judas escreveu o livro que traz seu nome, foi necessário para ele exortar o povo a “contender diligentemente pela fé que UMA VEZ foi entregue aos santos”, pois certos homens haviam se introduzido que estavam tentando substituir coisas que não eram de forma alguma parte da fé original (Judas l:3,4).
O cristianismo ficou face a face com o paganismo babilônico nas suas várias formas as quais tinham sido estabelecidas no lmpério Romano. Os cristãos primitivos recusavam-se a ter algo a ver com seus costumes e crenças. Resultou muita perseguição. Muitos cristãos foram falsamente acusados, atirados aos leões, queimados em estacas e torturados e martirizados de outras maneiras.
Foi quando grandes mudanças começaram a ser feitas. O imperador de Roma professou conversão ao cristianismo. Ordens imperiais sairam por todo o império que as perseguições deveriam cessar. Os bispos receberam grandes honrarias. A igreja começou a receber reconhecimento e poderes mundanos. Mas, por tudo isto um grande preço teve que ser pago! Muitos compromissos foram feitos com o paganismo. Em lugar de a igreja ser separada do mundo, ela se tornou uma parte deste sistema mundano. O imperador mostrando favor exigiu um lugar de liderança na igreja; pois no paganismo os imperadores eram tidos como deuses. Dai em diante, misturas por atacado foram feitas do paganismo com o cristianismo, especialmente em Roma.
Foi esta mistura que produziu aquele sistema que é conhecido hoje como a Igreja Católica Romana. Não duvidamos que existissem muitos católicos excelentes, sinceros e devotos. Não é nossa intenção tratar com leviandade ou ridicularizar qualquer pessoa de cujas crenças possamos discordar.
 Desejamos  você seja inspirado a despeito de sua afiliação religiosa - a abandonar as doutrinas babilônicas e seus conceitos, e buscar um retorno à fé que uma vez foi entregue aos santos.
 
Pesquisa Biblica,livro Babiolônia  a Religião dos Mistérios ,estudo de pastores homens santos de Deus.

domingo, 13 de outubro de 2013


"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
João 8:32

Iniciaremos estudos sobre a religião dos mistérios, se tiver algo nos envie.

sábado, 28 de setembro de 2013

Todos os dias somos expostos a acontecimentos de vida que nos fazem disparar reações emocionais. Se alguns desses acontecimentos forem interpretados como perda, trauma, fracasso, falhas, frustração, medo, deceção, certamente experimentamos sofrimento emocional em todos os tipos de formas, como tristeza, ansiedade, vícios, obsessões improdutivas, compulsões indesejadas, comportamentos recorrentes de autosabotagem, doenças físicas, aborrecimento, assim como todos os tipos de raiva ou humor diminuído. O que nos pode ajudar a aliviar esse sofrimento?
Seja fiel aos seus objetivos, aos seus valores, sonhos e perspetiva de futuro. Isto significa saber aquilo que pretende realizar na sua vida, estabelecer limites, vestir as roupas que você deseja vestir, defender as ideias que lhe fazem sentido. Seja genuíno na sua dor, na expressão das suas emoções. Perceba o que mexe consigo, o que o faz saltar da cama pela manhã? O que você defende com unhas e dentes? O que o mantém focado nos seus objetivos? O que você faz que lhe dá alegria?
Quando investimos no autoconhecimento, quando sabemos  como agir e o que sentir, ficamos mais capacitados para nos orientarmos deliberadamente pelos caminhos mais tortuosos da vida. Ficamos mais capazes de nos orientarmos em momentos confusos.
Quando percebemos que a nossa vida está a tomar o rumo que não desejamos ou que alguns dos nossos comportamentos nos prejudicam a vida, é importante que tomemos consciência que certamente algumas das nossas decisões contribuíram para o estado em que nos encontramos.
Você tem atributos, capacidades e inclinações que são moldadas num determinado ambiente e que no passado podem ter-lhe sido úteis. Mas, se em algum momento da sua vida tudo parece correr mal, você beneficia em questionar-se: “Ok, isto é aquilo que me é familiar e foi o que eu aprendi, mas agora serve-me? Esta é a forma como quero continuar a pensar, agir e sentir?” Você pode conseguir reduzir o sofrimento emocional ao decidir comportar-se de forma a experimentar menos angústia emocional: uma pessoa mais calma, uma pessoa menos crítica, uma pessoa menos egoísta, uma pessoa mais produtiva.
O nosso desenvolvimento e crescimento beneficia enormemente do contato físico, do afeto, da interação. Somos seres gregários, temos um enorme ímpeto para viver em sociedade. Estamos desenhados para criarmos laços, sintonias, cumplicidades. Na base de tudo isto está o amor. Sentimo-nos mais felizes, mais confortáveis e melhor.
Devemos ter a nossa individualidade, mas também devemos relacionar-nos de forma afetuosa. Para fazer ambas as coisas, tanto para expressarmos a nossa individualidade ou para nos relacionarmos, exige que reconheçamos a realidade dos outros, incluir os outros nos nossos planos, não apenas falar as nossas ideias e preocupações, mas também ouvir para mais facilmente adaptarmo-nos às mudanças e sentirmo-nos enquadrados e bem inseridos no meio que nos rodeia.
Não podemos impedir que alguns acontecimentos na nossa vida nos causem dor emocional. No entanto, a maior causa de sofrimento emocional recorrente é aquilo que pensamos acerca dos nossos pensamentos. Importa aprender a identificar os pensamentos que não nos servem, abrindo uma disputa com os mesmos, ou simplesmente não os seguir, e consequentemente substituí-los por outros pensamentos mais úteis e saudáveis. Pensar acerca de pensamentos que não lhe servem é o equivalente a promover o seu sofrimento emocional. Somente você pode obter um controle sobre a sua própria mente, se não fizer esse trabalho, irá aumentar a probabilidade de viver uma vida sofrida.
Nós não somos totalmente imunes ao sofrimento, e com isso por vezes não conseguimos impedir que o impacto emocional de acontecimentos passados se expresse no presente. Nós não podemos não sentir. A dor emocional tem várias formas de nos importunar, como suores, pesadelos, tristeza repentina, ondas de raiva, sentimento de derrota ou perda, desânimo, falta de energia. Mas podemos, no entanto, tentar libertar-nos da angústia do passado e evitar chafurdar na dor anteriormente sofrida. Devemos forçar-nos a seguir em frente. Se você desenvolveu alguns gatilhos que fazem disparar memórias dolorosas, a qualquer momento isso irá abrir as feridas emocionais anteriormente infligidas.
Se você recorrentemente é importunado pelo seu passado, importa tomar algumas medidas. Talvez você necessite de reinterpretar os acontecimentos que estão na base do seu sofrimento ou aceitar as perdas dai advindas. Se você é muito reativo, ressentido e amargurado, eventualmente sentido-se vítima da sua história, invista na reestruturação do seu passado e liberte-se das mágoas antigas.
Esse é o nosso mais novo material de trabalho,estamos em duas linhas batalha espiritual e desenvolvimento do trabalho das mulheres na igreja.
Deus tem nos honrado quero compartilhar essa benção com vc
lucy.nascimento21@gmail.com
prlucynascimento@yahoo.com.br
(88)9901-3885
Agradecida aos amigos pastores do Ministério Madureira e Igrejas Batista que tem nos abençõado.

sábado, 21 de setembro de 2013

II Corintios - 9:7
Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.
AG:0613
CONTA:013.00.100.296-6
Ao sentir-se tocado abençõe

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Tudo pronto para 2º festival de dindin