segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Adoração A Maria

                       "E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão,
levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe
e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados
os que ouvem a palavra de Deus e a guardam."
Lucas 11:27-28
TALVEZ A PROVA MAIS destacada que a adoração a Maria foi decorrente do velho culto da deusa-mãe pagã, possa ser vista no fato que na religião pagã a mãe era tão (ou mais) adorada do que seu filho! Isto fornece uma chave importante para ajudar-nos a resolver o mistério da Babilônia hoje! O verdadeiro cristianismo ensina que o Senhor Jesus - e somente ELE - é o caminho, verdade, e a vida; que somente ELE pode perdoar pecados; que somente ELE de todas as criaturas da terra, jamais viveu uma vida sem qualquer mancha de pecado; e ELE é que tem que ser adorado - nunca sua mãe. Mas, o catolicismo romano - mostrando a influência que o paganismo tem tido em seu desenvolvimento - de muitas maneiras também exalta a MÃE.
Alguém pode viajar o mundo inteiro, e seja numa imponente catedral seja na capela de um vilarejo, a estátua de Maria sempre ocupará posição de destaque. Recitando-se o Rosário, a "Ave Maria" é repetida nove vezes mais do que a "Oração do Senhor". Os católicos são ensinados que a razão para rezarem para Maria e que ela pode levar a petição para seu filho, Jesus; e desde que ela sua mãe, ele responderá ao pedido por causa dela. A inferência que Maria é mais compassiva, compreensiva e misericordiosa do que seu filho Jesus. Certamente isto e contrário às Escrituras! Ainda assim, esta idéia tem sido frequentemente repetida nos escritos católicos. 
Um notável escritor, Alfonso de Liguori, católico, escreveu exatamente, dizendo quão mais eficientes são as orações dirigidas a Maria do que as que são dirigidas a Jesus Cristo. Liguori, incidentalmente, foi canonizado como um "santo" pelo papa Gregório XIV em 1839 e foi declarado "doutor" da igreja católica pelo papa Pio IV. Em uma porção dos seus escritos, ele descreveu uma cena imaginária na qual um homem pecador viu duas escadas Suspensas do céu. Maria estava no topo de uma; Jesus no topo da outra. Quando o pecador tentou subir por uma das escadas, viu o rosto irado de Cristo e caiu vencido. Mas, quando subiu a escada de Maria, subiu com facilidade e foi abertamente recebido por Maria que o levou ao céu e apresentou-o a Cristo! Daí em diante tudo estava bem. A história tinha a intenção de mostrar quão mais fácil e mais eficiente é ir a Cristo através de Maria.
O mesmo escritor disse que o pecador que se aventurar a ir diretamente a Cristo poderá enfrentar o terror de sua ira. Mas, se ele rezar para a Virgem, ela terá apenas de "mostrar" ao filho "com peitos que o amamentaram" e sua ira será imediatamente amennizada! Tal raciocínio está em conflito direto com um exemplo eescriturístico. "Bem-aventurado o ventre que te trouxe", disse uma mulher a Jesus, "e os peitos em que mamaste!" Mas Jesus respondeu, "Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus a guardam" (Lc 11: 27,28).
Tais idéias a respeito dos seios, por outro lado, não são estranhas aos adoradores da deusa-mãe pagã. Imagens dela tem sido pintadas ou esculpidas mostrando frequentemente seus seios extremamente fora de proporção em relação ao corpo. No caso de Diana, para simbolizar sua fertilidade, ela é pintada com nada menos do que cem peitos!
Tentativas posteriores de exaltar Maria a uma posição glorificada dentro do catolicismo podem ser observadas na doutrina da "imaculada conceição". Esta doutrina foi pronunciada e definida por Pio IX em 1854 - que a Bendita Virgem Maria "no primeiro instante de sua concepção... foi preservada isenta de toda mancha do pecado original". Este ensinamento pode parecer que é apenas um esforço posterior de fazer Maria parecer ainda mais com a deusa do paganismo, pois nos antigos mitos, a deusa foi criada como tendo uma concepção sobrenatural! As histórias variam, mas todas falam de acontecimentos sobrenaturais em conexão com sua entrada no mundo, que ela era superior aos demais mortais, que era divina. Pouco a pouco, de modo que os ensinamentos a respeito de Maria não parecessem inferiores aos da deusa-mãe, foi necessário ensinar que a entrada de Maria neste mundo envolve também um elemento sobrenatural!
A doutrina de que Maria nasceu sem a mancha do pecado original e escriturística? Responderemos a isto nas palavras da própria The Cathotic Encyclopedia: "Nenhuma prova direta, ou categórica e estrita do dogma pode ser encontrada nas Escrituras." E indicado, antes, que estas idéias foram um desenvolvimento gradual dentro da igreja. 
Bem aqui deveria ser explicado que esta e uma talvez a única diferença básica entre o entendimento que a igreja Católica tem do cristianismo e o que revela a posição geral do protestantismo. A igreja Católica Romana, como ela mesma afirma, tem há muito crescido e se desenvolvido ao redor de um grande número de tradições e idéias manipuladas por padres da igreja através dos séculos, ate mesmo crenças trazidas do paganismo, se elas pudessem ser "cristianizadas" e também das Escrituras. Conceitos de todas estas fontes têm sido misturados e desenvolvidos, para finalmente tornarem-se dogmas em vários concílios da igreja. Por outro lado o ponto de vista que a Reforma Protestante procurou reviver, fé um retorno às verdadeiras Escrituras como uma base mais sólida para a doutrina, com pouca ou nenhuma ênfase sobre as idéias que se desenvolveram nos séculos seguintes.
Indo diretamente às Escrituras, não somente não existe qualquer prova para a idéia da imaculada conceição de Maria, com, existe evidência do contrário. Apesar de ter sido um vaso escolhido do Senhor, uma mulher virtuosa e piedosa - uma virgem ela foi tão humana como qualquer outro membro da família de Adão. "Todos pecaram e Restituidos estão da glória de Deus" (Rm 3: 23), sendo a única exceção o próprio Jesus Cristo. Como qualquer outra pessoa, Maria precisou de um salvador e admitiu isto plenamente quando disse: "E o meu espírito se alegra em Deus meu SALVADOR " (Lc. 1: 47).
Se Maria necessitou de um salvador, ela não era em si mesma, uma salvadora. Se necessitou de um salvador, então precisou ser salva, perdoada, e redimida - assim como os outros. O fato é que a divindade de nosso Senhor não dependia de sua mãe ser algum tipo de pessoa exaltada ou divina. Em lugar disto, Ele foi divino porque foi o unigênito filho de Deus. Sua divindade veio de Seu Pai celestial.
A idéia que Maria era superior aos outros seres humanos não foi o ensinamento de Jesus. Certa vez alguém mencionou sua mãe e seus irmãos. Jesus perguntou: "Quem é minha mãe? e quem são meus irmãos?" Em seguida, estendendo sua mão na direção dos seus discípulos, disse: "Eis minha mãe e meus irmãos! Pois QUALQUER UM que fizer a vontade do meu Pai que está nos céus, o mesmo é meu irmão, e irmã, e MÃE" (Mt. 12: 46-50). Plenamente o bastante, qualquer um que fizer a vontade de Deus está, em um sentido definido, no mesmo nível de Maria. 
A cada dia católicos no mundo inteiro recitam a Ave Maria, o Rosário (terço), o Angelus, as Litanias da Bendita Virgem, e outras rezas semelhantes. Multiplicando o número dessas orações, vezes o número de católicos que as recitam cada dia, alguém tem calculado que Maria teria que escutar 46.296 petições por segundo! Obviamente ninguém a não ser Deus mesmo poderia fazer isto. Não obstante, os católicos acreditam que Maria escuta todas essas orações; e assim sendo, por uma questão de necessidade, tiveram que exaltála ao nivel divino - seja escrituristico ou não!
Tentando justificar a maneira pela qual Maria tem sido exaltada, alguns têm citado as palavras de Gabriel a Maria, "Bendita sois entre as mulheres" (Lc 1: 28). Porém Maria sendo "bendita entre as mulheres" não podem fazer dela uma pessoa divina, pois muitos séculos antes disto, uma bênção semelhante foi pronunciada sobre Jael, de quem foi dito: "Bendita acima das mulheres será Jael, esposa de Heber, o Quenita..." (Juízes 5: 24). 
Antes do Pentecostes, Maria reuniu-se com os outros discípulos esperando pela promessa do Espírito Santo. Lemos que os apóstolos "todos continuaram de um sé acordo em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria, a mãe de Jesus, e seus irmãos" (Atos 1:14). Tipicos das idéias católicas concernentes a Maria, a ilustração abaixo (conforme é vista no Catecismo Oficial de Baltimores) tenta dar a Maria uma posição central. Mas, como todos os estudantes da Bíblia o sabem, os discípulos não estavam olhando para Maria naquela ocasião. Eles estavam olhando para seu CRISTO ressuscitado e elevado aos céus, esperando que ele derramasse sobre eles o dom do Espírito Santo. Notamos também, no desenho, que o Espírito Santo (como uma pomba) é visto pairando sobre ela! Ainda assim, até onde o relato bíblico se refere, o único sobre quem o Espírito desceu como uma pomba foi o próprio Jesus - não sua mãe! Por outro lado, a virgem deusa pagã sob o nome de Juno foi frequentemente representada com uma pomba sobre a cabeça. Assim também o foram Astarote, Cibele, e Ísis!
Tentativas posteriores para glorificar Maria podem ser vistas na doutrina católica romana da virgindade perpétua. Este é o ensinamento que Maria permaneceu virgem por toda a sua vida. Mas, como o explica a The Encyclopedia Britannica, a doutrina da virgindade perpétua de Maria não foi ensinada até uns trezentos anos após a ascensão de Cristo. Não foi antes do Concilio de Calcedônia em 451 que esta fabulosa qualidade ganhou o reconhecimento oficial de Romana.
  De acordo com as Escrituras, o nascimento de Jesus foi o resultado de concepção sobrenatural (Mt. 1: 23), sem um pai terrenal. Mas, após Jesus ter nascido, Maria deu à luz a outros filhos - os rebentos naturais de sua união com José, seu marido. Jesus foi o "primogénito" filho de Maria (Mt. 1: 25); não diz que ele foi seu único filho Jesus sendo seu filho primogénito pode inferir que mais tarde ela teve um segundo filho, possivelmente um terceiro, etc. Que tal foi o caso parece aparente, pois os nomes dos quatro irmãos são mencionados: Tiago, José, Simão e Judas (Mt. 13:55). Irmãs também são mencionadas. As pessoas de Nazaré disseram: "...e suas irmãs, não estão todas entre nós?" (versículo 56). A palavra "irmãs é plural, é claro, assim sendo sabemos que Jesus teve pelo menos duas irmãs e provavelmente mais, pois este versículo fala de "todas" as suas irmãs. Usualmente se estamos nos referindo a somente duas pessoas, diríamos àmbas", não "todas" elas. A implicação e que pelo menos três irmãs são referidas. Se figurarmos três irmãs e quatro irmãos, meio-irmãos e meio-irmãs de Jesus, isto faria de Maria a mãe de oito filhos.
As Escrituras dizem: "José... não a conheceu até que ela deu a luz ao seu filho primigênito: e ele chamou seu nome JESUS" (Mt. 1:25). José "não a conheceu" até que Jesus nasceu, mas depois disto, Maria e José uniram-se como marido e mulher e filhos foram nascidos deles. A idéia que José conservou Maria como uma virgem toda a sua vida é claramente não escriturística.
Durante os tempos da apostasia, como se para mais intimamente identificar Maria com a deusa-mãe, alguns ensinaram que o corpo de Maria jamais viu corrupção, que ela ascendeu corporalmente aos céus, e é agora a "rainha dos céus" Não foi até este presente século, contudo, que a doutrina da "assunção" de Maria foi oficialmente proclamada como doutrina da igreja católica romana. Foi em 1951 que o papa Pio XII proclamou que o corpo de Maria não viu corrupção, mas foi tomado para os céus.
  As palavras de São Bernardo resumem a posição católica romana: Ao terceiro dia após a morte de Maria, quando os apóstolo se reuniram ao redor de sua tumba, eles a encontraram vazia. O corpo sagrado tinha sido levado para o Paraiso Celestial... o túmulo não teve qualquer poder sobre aquela que fora imaculada... Mas não foi o bastante que Maria fosse recebida nos céus. Ela não era para ser qualquer cidadã comum... ela teve uma dignidade além da alcançada até pelo mais alto dos arcanjos. Maria teve que ser coroada Rainha dos Céus pelo Pai eterno: ela teve que ter um trono à mão direita do seu Filho... Agora, dia a dia, hora a hora, ela está rogando por nós, obtendo graças por nós, preservando-nos do perigo, escudando-nos contra a tentação, derramando bênçãos sobre nós".
Todas estas idéias a respeito de Maria estão ligadas à crença que ela ascendeu corporalmente aos céus. Mas, a Bíblia não diz absolutamente nada a respeito da assunção de Maria. Ao contrário, João 3: 13 diz: "Ninguém subiu aos céus, a não ser aquele que desceu dos céus, o Filho do homem que está nos céus" - o próprio Jesus Cristo. ELE é aquele que está à mão direita de Deus, ELE é único que é nosso mediador, ELE é único que derrama bênçõos sobre nós - não sua mãe!
Intimamente ligado à idéia de rezar para Maria, está um instrumento chamado rosário. Ele consiste de uma cadeia com quinze conjuntos de pequenas contas, cada conjunto marcado por uma conta maior, nas extremidades da qual está um crucifixo. As contas no rosário são para contar as rezas - rezas que são repetidas sempre e sempre. Embora este instrumento seja largamente utilizado dentro da igreja católica romana, esta claro que ele não é de origem cristã. Ele tem sido conhecido em muitos países.
A The Carholic Encyclopedia diz, "Em quase todos os países, então, encontramo-nos com algo na natureza de contas de oração ou contas de rosário". Continua até citar um número de exemplos, incluindo uma escultura da antiga Nínive, mencionada por Layard, de duas mulheres com asas, rezando diante de uma árvore sagrada, cada uma segurando um rosário. Por séculos, entre os maometanos, uma corrente de contas consistindo de 33, 66, ou 99 contas tem sido usada para contar os nomes de Alá. Marco Pólo no século treze, ficou surpreso de encontrar o rei de Malabar usando um rosário de pedras preciosas para contar suas orações. São Francisco Xavier e seus companheiros ficaram igualmente atónitos em ver que os rosários eram universalmente familiares aos budistas do Japão.
Entre os fenícios um circulo de contas parecendo um rosário era usado no culto a Astarte, a deusa-mãe, em torno de 800 a.C. Este rosário é visto em algumas moedas fenícias mais recentes. Os brâmanes desde tempos primitivos têm usado rosários com dezenas e centenas de contas. Os adoradores de Vishnu dão aos seu filhos rosários de 108 contas. Um rosário semelhante é usado por milhões de budistas na Índia e no Tibete. O adorador de Shiva usa um rosário sobre o qual repete se possível todos os 1.008 nomes do seu deus.
Contas para contagem de orações eram conhecidas na Grécia Asiática. Tal era o propósito, de acordo com Hislop, do colar visto na estátua de Diana. Ele também indica que em Roma, certos colares usados por mulheres eram para contagem de orações memorizadas, a monila, significando "recordação". 
A oração mais frequentemente repetida, que é a principal do rosário, é a "Ave Maria", que é assim: "Ave Maria, cheia de graça o Senhor é convosco Bendita sois vós entre todas as mulheres bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus rogai por nos pecadores, agora e na hora de nossa morte, Amém". A The Catholic Encyclopedia diz: "Não existe qualquer traço da Ave Maria como uma fórmula devocional aceita antes de em torno de 1050". O rosário completo envolve a repetição da Ave Maria 53 vezes, a oração do Senhor seis vezes, cinco Mistérios, cinco meditações sobre os Mistérios, cinco glórias ao Pai, e o Credo Apostólico.
Observe que a oração para Maria, a Ave Maria, é repetida quase NOVE vezes mais do que a oração do Senhor! É uma oração composta pelos homens e dirigida a Maria, nove vezes mais importante ou eficiente quanto à oração ensinada por Jesus e dirigida a Deus?
Aqueles que adoram a deusa Diana repetem uma frase religiosa várias vezes - "...todos unanimemente levantaram a voz, clamando por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos efésios" (Atos 19: 34). Jesus falou a respeito de arações repetida como sendo uma prática dos pagãos. "Quando orardes", disse Ele "não useis de vãs repetições, como o fazem os gentios (ou pagãos) pois eles pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis pois a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes" (Mt. 6: 7-13). Nesta passagem Jesus claramente disse aos seus seguidores para NÃO ficar repetindo várias vezes uma pequenina oração. 
É significativo observar que foi logo após dar esta advertência, no próprio próximo versiculo, que Ele disse: "Vós orareis assim: Pai nosso que estás nos céus..." e deu aos discípulos a que nos referimos como "A Oração do Senhor". Jesus deu esta oração como um oposto ao tipo de oração dos pagãos. Ainda assim os católicos romanos são ensinados a repetir várias vezes esta oração. Se esta oração não era para ser repetida várias vezes, quão menos uma pequenina oração feita por homens para Maria! Parece-nos que memorizar orações, em seguida, repeti-las várias vezes enquanto conta as contas de um rosário, poderia facilmente tornar-se mais um "teste de memória" do que um, espontanea expressão de oração vinda do coração.
O rosário
Enquanto muito da oração do rosário é bíblico, toda a segunda metade do “Ave Maria” e porções do “Salve Rainha” são claramente não-bíblicas. Apesar de a primeira parte do Ave Maria ser quase uma citação direta de Lucas 1:28, não há base escritural para (1) orar a Maria agora, (2) se dirigir a ela como “santa” Maria, ou (3) chamá-la “nossa vida” e “nossa esperança”.
Os crentes da Bíblia eram chamados “santos”, o que pode ser interpretado como “escolhidos”, mas o entendimento das Escrituras é que a justiça que os crentes em Cristo têm é uma justiça transmitida de Cristo (2 Coríntios 5:21) e que enquanto nesta vida, eles ainda não foram santificados do pecado na prática (1 João 1:9-2:1). Jesus é chamado nosso Salvador repetidamente nas Escrituras porque Ele nos salvou do nosso pecado. Em Lucas 1:47, Maria chama Deus de seu “Salvador”. Salvador do quê? Uma pessoa sem pecado não necessita de um Salvador. O pecador precisa de um Salvador. Maria concordava que Deus era o seu Salvador. Portanto, Maria concordava que ela era uma pecadora.
Se Maria tivesse sido preservada da mancha do pecado, ela não precisaria de um Salvador, como ela afirmou que precisava (Lucas 1:47).
 
O TERÇO CATÓLICO NÃO É BÍBLICO E SIM UMA CÓPIA DOS MANTRAS BUDISTAS !!!?
A IGREJA CATÓLICA É UM BALAIO DE GATOS DE DOUTRINAS COPIADAS DE RELIGIÕES PAGÃS.










 

 

A Adoração Da Mãe E Do Filho 

UM DOS EXEMPLOS MAIS destacados de como o paganismo babilônico tem continuado até nossos dias pode ser visto na maneira como a igreja romanista inventou a adoração a Maria para substituir a antiga adoração à deusa-mãe.A história da mãe e do filho foi largamente conhecida na antiga Babilônia e desenvolveu-se até ser uma adoração estabelecida. Numerosos monumentos da Babilônia mostram a deusa-mãe Semiramis com seu filho Tamuz nos braços. Quando o povo da Babilônia foi espalhado para as várias partes da terra, levaram consigo a adoração da mãe divina e de seu filho. Isto explica porque muitas nações adoravam uma mãe e um filho - de uma forma ou de outra - séculos antes do verdadeiro Salvador, Jesus Cristo, ter nascido neste mundo! Nos vários poises onde este culto se espalhou, a mãe e o filho foram chamados por diferentes nomes pois, relembramos, a linguagem foi confundida em Babel.
Os chineses tinham uma deusa-mãe chamada Shingmoo ou "Santa Mãe". Ela é representada com um filho nos braços e raios de glória ao redor da cabeça.Os antigos germanos adoravam a virgem Hertha com o filho nos braços. Os escandinavos a chamavam de Disa, que também era representada com um filho. Os etruscos chamavam-na de Nutria, e entre os druidas a Virgo-Patitura era adorada como a "Mãe de Deus" Na Índia, era conhecida como Indrani, que também era representada com o filho nos braços.A deusa-mãe era conhecida como Afrodite ou Ceres pelos gregos; Nana, pelos sumários; e como Vênus ou Fortuna, pelas suas devotas nos velhos dias de Roma, e seu filho como Júpiter.Por varias eras. Isis, a "Grande Deusa" e seu filho Iswara, têm sido adorados na Índia, onde templos foram erigidos para sua adoração.Na Asia, a mãe era conhecida como Cibele e o filho como Deoius. "Mas, a despeito de seu nome ou lugar' diz um escritor, "ela foi a esposa de Baal, a virgem rainha dos céus, que ficou grávida, sem jamais ter concebido de varão."Quando os filhos de Israel caíram em apostasia, eles também foram enganados por esta adoração da deusa-mãe. Como lemos em Juizes 2:13: "Eles deixaram ao Senhor: e serviram a Baal e a Astarote." Astarote ou Astarte era o nome pelo qual a deusa era conhecida pelos filhos de Israel. É penoso pensar que aqueles que haviam conhecido o verdadeiro Deus, o abandonassem e adorassem a mãe pagã. Ainda assim era exatamente o que faziam repetidamente (Juizes 10: 6; 1 Samuel 7:3,4; 12:10; I Reis 11:5;11 Reis 23:13) Um dos títulos pelos quais a deusa era conhecida entre eles era o de "rainha dos céus" (Jeremias 44:17-19). O profeta Jeremias repreendeu-os por a adorarem, mas eles se rebolaram contra sua advertência.Em Éfeso, a grande mãe era conhecida como Diana. O templo dedicado a ela, naquela cidade, era uma das sete maravilhas do mundo antigo! Não somente em Éfeso, mas em toda a Ásia e em todo o mundo a deusa era adorada (Atos 19: 27).No Egito, a mãe era conhecida como Ísis e seu filho como Horus. E muito comum os monumentos religiosos do Egito mostrarem o infante Horus sentado no colo de sua mãe.Esta falsa adoração, tendo se espalhado da Babilônia para as diversas nações, com diferentes nomes e formas, finalmente estabeleceu-se em Roma e em todo o império Romano. Diz um notável escritor com relação a este período: A adoração da Grande Mãe...foi...muito popular sob o império Romano. Inscrições provam que os dois (a mãe e o filho) recebiam honras divinas...não somente na Itália e especialmente em Roma, mas também nas províncias, especialmente na África, Espanha, Portugal, França, Alemanha, e Bulgária."Foi durante esse período quando o culto da mãe divina foi muito destacado, que o Salvador, Jesus Cristo, fundou a verdadeira igreja do Novo Testamento. Que gloriosa igreja ela foi naqueles dias primitivos! Pelo terceiro e quarto século, contudo, o que era conhecido como a "igreja" havia, em muitas maneiras abandonado a fé original, caindo em apostasia a respeito do que os apóstolos haviam avisado. Quando essa "queda" veio, muito paganismo foi misturado com o cristianismo. Pagãos não convertidos eram tomados como professos na igreja e em numerosas ocasiões tinham a permissão de continuar muitos dos seus rituais e costumes pagãos - usualmente com umas poucas reservas ou mudanças, para fazer suas crenças parecerem mais semelhantes à doutrina cristã.
Um dos melhores exemplos de tal transferência do paganismo pode ser visto na maneira como a igreja professa permitiu que o culto da grande mãe continuasse - somente um pouquinho diferente na forma e com um novo nome! Veja você, muitos pagãos tinham sido trazidos para o cristianismo, mas tão forte era sua adoração pela deusa-mãe, que não a queriam esquecer. Líderes da igreja comprometidos viram que, se pudessem encontrar alguma semelhança no cristianismo com a adoração da deusa-mãe, poderiam aumentar consideravelmente o seu número. Mas, quem podia substituir a grande mãe do paganismo? É claro que Maria, a mãe de Jesus, pois era a pessoa mais lógica para eles escolherem. Ora, não podiam eles permitir que as pessoas continuassem suas orações e devoções a uma deusa-mãe, apenas chamando-a pelo nome de Maria, em lugar dos nomes anteriores pelos quais era conhecida? Aparentemente foi este o raciocínio empregado, pois foi exatamente o que aconteceu! Pouco a pouco, a adoração que tinha sido associada com a mãe pagã foi transferida para Maria.
Mas a adoração a Maria não fazia parte da fé cristã original. É evidente que Maria, a mãe de Jesus, foi uma mulher excelente, dedicada e piedosa - especialmente escolhida para levar em seu ventre o corpo de nosso Salvador - mesmo assim nenhum dos apóstolos nem mesmo o próprio Jesus jamais insinuaram a idéia dá adoração a Maria.Durante os primeiros séculos da igreja, nenhuma ênfase, fosse qual fosse, era colocada sobre Maria. Este ponto é admitido pela The Catholic Encyclopedia também: À devoção a Nossa Bendita Senhora, em última análise, deve ser olhada como uma aplicação prática da doutrina da Comunhão dos Santos. Vendo que esta doutrina não está contida, pelo menos explicitamente, nas formas primitivas do Credo dos Apóstolos, não há talvez qualquer campo para surpresa de não descobrirmos quaisquer traços claros do culto da Bendita Virgem nos primeiros séculos cristãos " sendo o culto de Maria um desenvolvimento posterior.
Não foi até o tempo de Constantino - a primeira parte do quarto século - que qualquer um começou a olhar para Maria como uma deusa. Mesmo neste período, tal adoração foi combatida pela igreja, como é evidente pelas palavras de Epifânio (403 d.C.) que denunciou alguns da Trácia, Arábia, e qualquer outro lugar, por adorarem a Maria como uma deusa e oferecerem bolos em seu santuário. Ela deve ser honrada, disse ele, "mas que ninguém adore Maria." Ainda assim, dentro de apenas uns poucos anos mais, o culto a Maria foi não apenas ratificado pela que conhecemos hoje como igreja Católica, mas tornou-se uma doutrina ofiicial no Concílio de Éfeso em 431!
Em Éfeso? Foi nessa cidade que Diana tinha sido adorada como a deusa da virgindade e da fertilidade desde os tempos primitivos! Dizia-se que ela representava os primitivos poderes da natureza e foi assim esculpida com muitos selos. Uma coroa em forma de torre, símbolo da torre de Babel, adornava sua cabeça.
Quando as crenças são por séculos conservadas por um povo, elas não são facilmente esquecidas. Assim sendo, os líderes da igreja em Éfeso - quando veio a apostasia - também raciocinaram que se fosse permitido às pessoas conservarem suas ideias a respeito de uma deusa-mãe, se isto fosse misturado com o cristianismo e o nome de Maria fosse colocado no lugar, eles poderiam ganhar mais convertidos. Mas este não era o método de Deus. Quando Paulo veio para Éfeso nos dias primitivos, nenhum compromisso foi feito com o paganismo. As pessoas eram realmente convertidas e destruiram seus ídolos da deusa (Atos 19:24-27). Quão trágico que a igreja em Éfeso, em séculos posteriores, se comprometesse e adorasse uma forma de adoração da deusa-mãe, tendo o Concílio de Éfeso finalmente transformado isto em uma doutrina oficial!
Uma posterior indicação que o culto a Maria passou a existir partindo do antigo culto à deusa-mãe, pode ser visto nos títulos que são atribuídos a ela. Maria é freqüentemente chamada "A Madona" De acordo com Hislop, esta expressão é a tradução de um dos títulos pelos quais a deusa babilônica era conhecida. Em forma deificada, Nimrode veio a ser conhecido como Baal. O título de sua esposa, a divindade feminina, seria o equivalente a Baalti. Em Português, esta palavra significa "minha Senhora"; em Latim, "Mea Domina", e em italiano, foi corrompida para a bem conhecida "Madonna" * Entre os fenicios, a deusa-mãe era conhecida como "A Senhora do Mar", e até mesmo este titulo e aplicado a Maria - embora não exista qualquer conexão entre Maria e o mar!

As Escrituras tornam claro que existe apenas um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem (I Tm. 2:5). Ainda assim o catolicismo romano ensina que Maria também é uma "mediadora". As arações para ela formam uma parte muito importante do culto católico. Não existe base escrituristica para esta idéia, embora este conceito não fosse estranho às idéias ligadas à deusa-mãe. Ela trazia como um dos seus titulas "Milita", que é a "Mediatrix", "Medianeira" ou "Mediadora".

Maria é frequentemente chamada "rainha dos céus". Mas Maria, a mãe de Jesus, não é a rainha dos céus. "A rainha dos céus" foi um título da deusa-mãe que foi adorada séculos antes de Maria ter ao menos nascido. Bem antes, nos dias de Jeremias, o povo estava adorando a "rainha dos céus" e praticando rituais que eram sagrados para ela. Como lemos em Jeremias 7:18-20: "Os filhos apanham a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha, para se fazerem bolos à rainha dos céus".
Um dos títulos pelos quais Ísis era conhecida era a "mãe de Deus" Mais tarde este mesmo título foi aplicado a Maria pelos teólogos de Alexandria. Maria era, é claro, a mãe de Jesus, mas somente no sentido de sua natureza humana, sua humanidade. O significado original de "mãe de Deus" ia além disto; acrescentava uma posição glorificada à MÃE e a igreja católica da mesma maneira foi muito ensinada a pensar assim a respeito de Maria!
A imagem da deusa-mãe com o filho nos braços estava tão firmemente gravada na mente pagã quando vieram os dias da apostasia que, de acordo com um escritor, à antiga imagem de Ísis e do filho Horus foi finalmente aceita, não somente na opinião popular, mas, por sanção episcopal formal, foi aceita como a imagem da "Virgem e do seu filho". Representações de Ísis e do seu filho foram frequentemente colocadas em uma moldura de flores. Esta prática também foi aplicada a Maria, como aqueles que têm estudado arte medieval bem o sabem.
Astarte, a deusa fenícia da fertilidade, era associada com a lua crescente, como é visto em uma antiga medalha.
A deusa egípcia da fertilidade, Ísis, era representada como és tando de pé sobre a lua crescente com estrelas rodeando sua cabeça. Nas igrejas católicas romanas por toda a Europa podem ser vistas pinturas de Maria exatamente da mesma maneira! A ilustração que segue (conforme é vista nos catecismos católicos) apresenta Maria com doze estrelas circundando sua cabeça e a lua crescente debaixo dos pés!
De numerosas maneiras, líderes da apostasia tentaram fazer Maria parecer semelhante às deusas do paganismo e exaltá-la a um plano divino. Uma vez que os pagãos tinham estátuas da deusa assim também estátuas eram feitas de "Maria". Diz-se que em alguns casos, as mesmas estátuas que tinham sido adoradas com Ísis (com seu filho) simplesmente ganharam outro nome, como de Maria e Cristo menino "Quando o cristianismo triunfou" diz un escritor, "estas pinturas e figuras tornaram-se as figuras da Madona e do filho sem qualquer quebra da continuidade: nenhum arqueólogo, de fato, pode agora dizer se alguns desses objeto representam uma ou outras".
Muitas dessas figuras renomeadas foram coroadas e adornadas com jóias - exatamente da mesma maneira das imagens das virgens hindus e egípcias. Mas Maria, a mãe de Jesus, não era rica (Lucas 2:24; Lev. 12:8). De onde, então, vieram essas jóias e coroas que são vistas nestas estátuas que supostamente são dela?
Através de compromissos - alguns muito óbvios, e outros mais ocultos - a adoração da antiga mãe continuou dentro da "igreja" da apostasia, misturada, com o nome de Maria sendo substituto dos antigos nomes.

Quando João escreveu o livro de Apocalipse, a Babilônia - como uma cidade - já havia sido destruída e deixada em ruínas, como os profetas do Velho 'testamento haviam predito (Isaías 13:19-22; Jer. Sl-52). Mas, embora a cidade de Babilônia tenha sido destruída, os conceitos religiosos e costumes que se originaram na Babilônia continuaram e foram bem representados em muitas nações do mundo. Então, qual foi a religião da antiga Babilônia? Como começou tudo isto? Que significado ela traz para os tempos modernos? Como tudo isto se encaixa com o que João escreveu no livro de Apocalipse?
Voltando as páginas do tempo para o período um pouco antes do dilúvio, os homens começaram a migrar desde o Oriente, “e aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali” (Gn. ll:2). Foi nesta terra de Sinar que a cidade de Babilônia foi edificada e esta terra tornou-se conhecida como Babilônia ou mais tarde como Mesopotâmia.
Aqui o Eufrates e o Tigre depositaram ricas porções de terra que podia produzir safras em abundância. Mas, havia certos problemas que o povo encarava. Uma deles era o fato que a terra era percorrida constantemente por animais selvagens que eram uma ameaça constante para a segurança e a paz dos habitantes ( Êxodo 23:29,30). Obviamente qualquer um que pudesse, com sucesso, fornecer proteção desses animais selvagens, receberia grande aclamação por parte do povo.
Foi a esta altura dos acontecimentos, que um homem enorme, poderoso, chamado Nimrode, apareceu em cena. Ele se tornou poderoso, um poderoso caçador contra os animais selvagens. A Bíblia nos diz: “E Cusi gerou a Nimrode; este começou a ser poderoso na terra. E este foi poderoso CAÇADOR diante do Senhor" (Gn. l0:8,9).
Aparentemente o sucesso de Nimrode como poderoso caçador fez com que ele se tornasse famoso entre aquelas pessoas primitivas. Ele se tornou “um poderoso” na terra - um líder famoso nos negócios do mundo. Ganhando este prestígio, esquematizou um melhor meio de proteção. Em lugar de combater constantemente os animais selvagens, por que não organizar as pessoas em cidades e circundá-las com paredes de proteção? Em seguida, por que não organizar estas cidades em um reino? Evidentemente este foi o pensamento de Nimrode, pois a Bíblia nos diz que ele organizou tal reino. “E o princípio do seu reino foi Babel, e Ereque, e Acade, e Calné, na terra de Sinar” (Gn. l0:lO). O reino de Nimrode é o primeiro mencionado na Bíblia.
Sejam quais forem os melhoramentos que tenham sido feitos por Nimrode, devem ter sido bons e corretos, mas Nimrode foi um governante iníquo. O nome Nimrode vem de marad e significa, “ele se rebelou” A expressão que ele foi um poderoso “diante do Senhor pode trazer um significado hostil a palavra “diante” sendo algumas vezes utilizada como significando “contra” o Senhor. A Jewish Encyclopedia diz que Nimrode foi “aquele que fez todo o povo rebelar-se contra Deus.”
Nimrode que os excitou a tal afronta e contenda contra Deus ...Ele também gradualmente mudou o governo, levando-o à tirania, não vendo qualquer outra maneira de desviar os homens do temor de Deus ... as multidões estavam muito prontas a seguir as determinações de Nimrode... e eles construíram uma torre, não medindo sofrimentos, nem sendo em nenhum grau negligentes a respeito da obra: e, por razão da multidão de mãos empregadas nela, ela cresceu, ficando muito alta ... O lugar onde eles edificaram a torre é agora chama do Babilônia.”
Baseando suas conclusões em informações que nos tem vindo através da História, das lendas e da mitologia, Alexander Hislop tem descrito com detalhes como a religião babilônica desenvolveu-se em torno de tradições concernentes a Nimrode, sua esposa Semiramis, e seu filho Tamuz. Quando Nimrode morreu, de acordo com as antigas narrativas, seu corpo foi cortado em pedaços, queimado, e enviado a várias áreas. Práticas semelhantes são mencionadas até mesmo na Biblia (Juízes l9:29; l Samuel ll:7). Após a sua morte, que foi grandemente pranteada pelo povo da Babilônia, sua esposa Semiramis reinvindicou que ele agora era o deus-sol. Mais tarde, quando deu à luz a seu filho Tamuz reinvindicou que este filho Tamuz era seu herói Nimrode renascido.
A mãe de Tamuz havia provavelmente escutado a profecia do Messias que viria a ser nascido de uma mulher, pois esta verdade era conhecida desde os tempos mais primevos (Gn. 3:l5). Ela reinvindicou que seu filho fôra concebido de maneira sobrenatural e que era a semente prometida, o “salvador". Na religião que se originou dai, contudo, não somente o filho foi adorado, mas a mãe também passou a ser adorada!
A maior parte do culto babilônico era levado a efeito através de símbolos misteriosos - era uma religiãode “mistérios". O bezerro de ouro, por exemplo, era um símbolo de Tamuz, filho do deus-sol. Uma vez que Nimrode era acreditado ser o deus-sol ou Baal, o fogo era considerado como sua representação terrestre. Assim sendo, como veremos, velas e fogos rituais eram acesos em sua honra. Em outras formas, Nimrode era simbolizado por imagens do sol, peixes, árvores, obeliscos e animais.
Séculos mais tarde, Paulo deu uma descrição que se adapta perfeitamente ao que o povo da Babilônia seguiu: “Quando conheceram a Deus, não o glorificaram como Deus ... mas tornaram-se vãos em suas imaginações, e seu coração enlouquecido se obscureceu. Professando ser sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em uma IMAGEM feita à semelhança do homem corruptível, e a aves, e a bestas quadrúpedes, e coisas que se arrastam ... mudaram a verdade de Deus em mentira, e adoraram e serviram a CRIATURA mais do que ao CRIADOR ... por esta causa Deus os entregou a vis afeições.” (Rm. l:2l-26).
Este sistema de idolatria espalhou-se da Babilônia para as nações, pois foi desta localização que os homens foram espalhados por sobre a face da terra (Gn. ll:9). Enquanto saíam da Babilônia, levavam consigo seu culto da mãe e do filho, e os vários símbolos misteriosos com ele.
a Babilônia foi a fonte primitiva de onde todos os sistemas de idolatria floresceram.  
o sistema religioso do Egito derivou-se da Asia e do “primitivo império de Babel
Quando Roma tornou-se império mundial, é fato conhecido que ela assimilou dentro do seu sistema os deuses e religiões dos vários países pagãos que dominava! Desde que a Babilônia era a fonte de paganismo desses paises, podemos ver como a religião primitiva da Roma pagã não era outra senão o culto babilônico que havia se desenvolvido e tomado várias formas e nomes diferentes nos paises para os quais foram.
Conservando isto em mente, notamos que foi durante este tempo - quando Roma dominava o mundo - que o verdadeiro Salvador, Jesus Cristo, nasceu, viveu entre os homens, morreu e ressuscitou. Ele subiu aos céus, enviou o Espírito Santo, e a igreja do Novo Testamento foi estabelecida na terra. Que dias gloriosos!
A pessoa só tem que ler o livro de Atos para ver como Deus abençoou seu povo naqueles dias. Multidões foram acrescentadas à igreja - a verdadeira igreja. Grandes sinais e maravilhas foram realizados, enquanto Deus confirmava sua Palavra com sinais que se seguiam. O verdadeiro Cristianismo, ungido pelo Espírito Santo, varreu o mundo como um fogo na pradaria. Ele circundoú as montanhas e cruzou os oceanos. Fez reis tremerem e tiranos temerem. Foi dito daqueles cristãos primitivos que eles haviam transtornado o mundo! - tão poderosos foram sua mensagem e seu espírito
Antes de anos demais terem passado, contudo, os homens começaram a se estabelecer a sí mesmos como “senhores” sobre o povo de Deus no lugar do Espírito Santo. Em lugar de conquistar por meios espirituais e pela verdade - como nos dias primitivos - os homens começaram a substituir suas idéias e seus métodos.
Tentativas de fundirem o paganismo com o cristianismo estavam sendo feitas até mesmo nos dias quando nosso Novo Testamento estava sendo escrito, pois Paulo mencionou que “o mistério da iniquidade” já estava operando, avisou que viria uma “apostasia” e alguns “deixariam a fé, dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas de demônios” - as doutrinas camufladas dos pagãos (II Ts. 2: 3,7; I Tm. 4: 2). Pelo tempo que Judas escreveu o livro que traz seu nome, foi necessário para ele exortar o povo a “contender diligentemente pela fé que UMA VEZ foi entregue aos santos”, pois certos homens haviam se introduzido que estavam tentando substituir coisas que não eram de forma alguma parte da fé original (Judas l:3,4).
O cristianismo ficou face a face com o paganismo babilônico nas suas várias formas as quais tinham sido estabelecidas no lmpério Romano. Os cristãos primitivos recusavam-se a ter algo a ver com seus costumes e crenças. Resultou muita perseguição. Muitos cristãos foram falsamente acusados, atirados aos leões, queimados em estacas e torturados e martirizados de outras maneiras.
Foi quando grandes mudanças começaram a ser feitas. O imperador de Roma professou conversão ao cristianismo. Ordens imperiais sairam por todo o império que as perseguições deveriam cessar. Os bispos receberam grandes honrarias. A igreja começou a receber reconhecimento e poderes mundanos. Mas, por tudo isto um grande preço teve que ser pago! Muitos compromissos foram feitos com o paganismo. Em lugar de a igreja ser separada do mundo, ela se tornou uma parte deste sistema mundano. O imperador mostrando favor exigiu um lugar de liderança na igreja; pois no paganismo os imperadores eram tidos como deuses. Dai em diante, misturas por atacado foram feitas do paganismo com o cristianismo, especialmente em Roma.
Foi esta mistura que produziu aquele sistema que é conhecido hoje como a Igreja Católica Romana. Não duvidamos que existissem muitos católicos excelentes, sinceros e devotos. Não é nossa intenção tratar com leviandade ou ridicularizar qualquer pessoa de cujas crenças possamos discordar.
 Desejamos  você seja inspirado a despeito de sua afiliação religiosa - a abandonar as doutrinas babilônicas e seus conceitos, e buscar um retorno à fé que uma vez foi entregue aos santos.
 
Pesquisa Biblica,livro Babiolônia  a Religião dos Mistérios ,estudo de pastores homens santos de Deus.

domingo, 13 de outubro de 2013


"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
João 8:32

Iniciaremos estudos sobre a religião dos mistérios, se tiver algo nos envie.