terça-feira, 15 de outubro de 2013



Atores
São Genésio
25 de agosto
Arquitetos
São Tomás
21 de dezembro
Astrónomos
São Cominique
4 de agosto
Atletas
São Sebastião
20 de janeiro
Padeiros
Santa Elizabete
19 de novembro
Banqueiros
São Mateus   
21 de setembro
Mendigos
Santo Aleixo
17 de julho
Livreiros
São João de Deus     
8 de março
Pedreiros
Santo Estévão
26 de dezembro
Construtores
São Vicente Férrer    
5 de abril
Açougueiros
Santo Adriano
28 de setembro
Motoristas de Táxi
São Fiuce
30 de agasto
Fabricantes de Velas
São Benardo
20 de agasto
Comediantes
São Vito
15 de junho
Cozinheiros
Santa Marta
29 de julho
Dentistas
Santa Apolônia
9 de fevereiro
Médicos
São Lucas
18 de outubro
Editores
São João Bosco
31 de janeiro
Floristas
Santa Dorotéia
6 de fevereiro
Chapeleiros
São Tiago
11 de meio
Donas de casa
Sant'Ann
26 de julho
Comerciantes
São Francisco Assis
4 de outubro
Mineiros
Santa Bárbara
4 de dezembro
Músicos
Santa Cecília
22 de novembro
Tabeliães
São Marco Evangdista        
25 de abril
Enfermeiros
Santa Catarina
30 de abril
Pintores
São Lucas
18 de outubro
Farmacêuticos
Santa Gemma Galguei
11 de abril
Estucadores
São Bartolomeu
24 de agoato
Impressores
São João de Dew
8 de março
Marinheiros
São Brendan
16 de maio
Cientistas
Santo Alberto
15 de novembro
Cantores
São Gregório
12 de março
Metalúrgico
Santo Eliguis
1 de dezembro
Estudantes
São Tomás de Aquino
7 de março
Cirurgiões
Santos Cosme & Damião
27 de setembro
Alfaiates
São Bonifácio de Crediton
5 de junho
Caçadores

São Hubert
3 de novembro
Coletores de Impostos
São Mateus
21 de setembro


Os católicos romanos também tem santos para o seguinte:
Mulheres estéreis
Santo Antonio
Crianças
São Domenico
Animais domésticos
Santo Antônio
Emigrantes      
São Francisco
Problemas Familiares
Santo Eustáquio
Fogo    
São Lourenço
Enchentes
São Colombo
Relâmpagos
Santa Bárbara
Amantes
São Rafael
Velhas
Santo André
Pobres
São Lourenço
Televisão
Santa Clara
Tentação
São Ciríaco
Para prender ladrões
São Gervásio
Para ter filhos
Santa Felicitas
Para ganhar um marido
São José
Para ganhar uma esposa
Sant'Anna
Para achar coisas perdidas
Santo Antônio
Mulheres grávidas       
São Gerardo
Bebedores de Cerveja               
São Nicolau


Os católicos são ensinados a rezar para certos "Santos" para ajudar com os seguintes problemas de saúde:
Artrite
São Tiago
Mordidas de cachorros
São Hubert
Mordidas de cobras
                Santo Hilário
Cegueira
São Rafael
Câncer
São Peregrino
Cãibras
São Maurício
Surdez
São Cadoc
Doenças do peito
Santa Agata
Doenças da garganta
Santo Blase
Febre   
São Jorge
Doenças dos olhos
Santa Luci
Epilepsia; nervos
São Vito
Doenças dos pés
São Victor
Pedras da vesícula
São Libério
Gota
Santo André
Dores de cabeça
São Denis
Doenças do coração
São João de Deus
Insanidade mental
Santa Dimpna
Doenças da pele
São Roque
Esterilidade
São Giles




































Mas, por que rezar aos santos, quando os cristãos tem acesso a Deus? Os católicos são ensinados que através da oração aos santos podem obter ajuda que de outra maneira não receberiam! E são orientados adorar a Deus e então "rezar primeiro a Santa Maria, e os santos apóstolos, e os santos mártires e todos os santos de Deus... para considerá-los como amigos e protetores, e implorar sua ajuda na hora de tristeza, como a esperança que Deus concederia ao padroeiro o que por outro lado recusaria ao suplicante". Considerando-se tudo isto, parece evidente que o sistema católico romano do padroeiro evoluiu das crenças primitivas em deuses devotados a dias, ocupações, e as várias necessidades da vida humana.
Muitas das antigas lendas que tem sido associadas com os deuses pagãos, foram transferidas para os santos. A The Catholic Encyclopedia até mesmo diz que "estas lendas repetem as concepção encontradas nos relatos religiosos pré-cristãos... a lenda não é cristã, e somente cristianizada... Em muitos casos obviamente ten mesma origem do mito... A Antiguidade buscou fontes passadas, cujos elementos naturais não entendeu, atribuindo-as aos heróis; tal foi também o caso com muitas lendas dos santos... Tornou fácil transferir para os mártires cristãos as concepções que os antigos conservaram concernentes aos seus heróis. Esta transferência foi promovida pelos numerosos casos nos quais os santos cristãos tornaram-se os sucessores das divindades locais, e o culto cristão suplantou o antigo culto local. Isto explica o grande número semelhanças entre deuses e santos".
Como o paganismo e o cristianismo foram misturados, algumas vezes foi dado a um santo um nome semelhante em som do deus ou deusa pagã que ele substituía. A deusa Victoria dos Alpes Baixos foi renomeada como Santa Victoire, Cheron como São Cirano, Artemis como Santo Artemisio, Dionísio como Santo Dionísio, etc. A deusa Brighit (vista como a filha do deus-sol e que era representada com um filho nos braços) foi suavemente renomeada como "Santa Brigida". Nos dias pagãos, seu templo principal em Kildare era servido pelas Virgens Vestais que acendiam os fogos sagrados. Mais tarde seu templo tornou-se um convento e suas vestais, freiras. Elas continuaram a acender o fogo ritual apenas passaram a chamá-lo de "o fogo de Santa Brigida".
O templo antigo melhor preservado, que agora permanece Roma é o Panteon, que em tempos antigos era dedicado (de acordo com a inscrição sobre o pórtico) a "Júpiter e a todos os deuses". Este foi reconsagrado pelo papa Bonifácio IV "a virgem Maria e a todos os santos". Tais práticas não eram incomuns. "Igrejas e ruirias de igrejas tem sido frequentemente encontradas nos lugares onde santuários e templos pagãos originalmente estavam situados... Até um certo ponto é também verdade que algumas vezes santo cuja ajuda era para ser invocada no santuário cristão trazia alguma analogia externa com a divindade anteriormente consagrada naquele lugar. É assim que em Atenas o santuário do curador Esculápio... quando se transformou em igreja, foi consagrada para os dois santos a quem os cristãos atenienses invocavam como curadores miraculosos, Cosme e Damião".
Uma caverna mostrada em Belém como o lugar no qual Jesus nasceu, de acordo com Jerônimo, era realmente uma pedra santuário na qual o deus babilônico Tamuz tinha sido adorado. A Escrituras jamais afirmam que Jesus nasceu em uma caverna.
Por todo o Império Romano, o paganismo morreu em uma forma, somente para viver novamente dentro da igreja Católica Romana. Não somente a devoção aos antigos deuses continua (em uma nova forma), mas o uso de estátuas desses deuses também continua. Em alguns casos, diz-se, as mesmas estátuas que haviam sido adoradas como deuses pagãos ganharam novos nomes, como santos cristãos. Através dos séculos, mais e mais estátuas forar feitas, até que hoje existem igrejas na Europa que contém até dois, três e quatro mil estátuas. Em grandes e impressionantes catedrais, em pequeninas capelas, em santuários à beira do caminho nos painéis de automóveis - em todos esses
 lugares os ídolos do catolicismo podem ser encontrados em abundância.
O uso de tais ídolos dentro da igreja católica romana fornece outra chave em solver o mistério da moderna Babilônia; porque como Heródoto mencionou, a Babilônia foi a fonte da qual todos os sistemas de idolatria fluiram para as nações. Ligar a palavra "ídolos" com estátuas de Maria e dos santos poderá parecer baatante duro para alguns. Mas, pode isto ser totalmente incorreto?
Admite-se nos escritos católicos que em numerosas vezes e entre vários povos, imagens dos santos tem sido adoradas de maneiras supersticiosas. Tais abusos, contudo, são geralmente colocado no passado. Explica-se que nesta era iluminada, nenhuma pessoa educada realmente adora o objeto em si mesmo, mas antes o que o objeto representa. Geralmente isto é verdade. Mas isto não é verdade com relação a tribos que usam ídolos (ídolos sem qualque dúvida) na adoração de deuses-demônios? A maioria delas não acreditam no ídolo em si mesmo como sendo um deus, mas apenas uma representação do deus-demônio que adoram.  Vários artigos dentro da The Catholic Encyclopedia procuram explicar que o uso das imagens é válido, na base de serem representativos de Cristo e dos santos. "A honra que é dada a elas referese aos objetos que representam, de modo que as imagens que beijamos e diante das quais descobrimos a cabeça e diante das quai nos ajoelhamos, o fazemos adorando a Cristo e venerando os santos cujas aparências elas tem". Nem todos os cristãos estão convencidos, contudo, que esta "explicação" e uma razão forte bastante para passar por cima de versiculos tais como Exodo 20: 4, "Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas água debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem lhes daras culto".

Já lhe ocorreu que algumas estátuas, ou quadros inocentes ou mesmo alguns objetos de decoração de uma casa podem ser, na verdade, morada de espíritos malignos? 
No Velho Testamento, quando os israelitas conquistavam um cidade pagã ou país, não era para adorarem os ídolos desses povos em sua religião. Os tais eram para serem destruidos, mesmo que fossem cobertos com prata ou ouro! As imagens de escultura de seus deuses queimarás a fogo; a prata e o ouro que estão sobre ela não cobiçarás, nem os tomarás para ti, para que te não enlaces neles; pois abominação é ao Senhor teu Deus" (Dt. 7:25). Eles tinham que destruir "todas as figuras" dos deuses pagãos também (Números 33:52). Até que extensão estas instruções tinham que se levadas a cabo no tempo do Novo Testamento tem sido frequentemente debatido através dos séculos. A The Catholic Encydopedia dá um esboço histórico disto, mostrando como as pessoas combateram e morreram até por causa desta mesma questão, especialmente no oitavo século. Embora conservando o uso de estátuas gravuras, diz, "parece ter havido uma antipatia sobre as santas pinturas, uma suspeita que seu uso fosse ou pudesse tornar-se, idólatra, entre certos cristãos por muitos séculos, "e menciona vários bispos católicos que eram desta mesma opinião. Que as pessoa combatessem e matassem umas às outras por causa desta questão - a despeito de que lado estavam - sem dúvidas era contrária aos ensinamentos de Cristo.
Os pagãos colocavam um circulo ou auréola ao redor da cabeça daqueles que eram "deuses" em suas pinturas. Esta prática continuou exatamente na arte da igreja romanística. a maneira como Santo Agostinho é mostrado nos livro católicos - com um disco circular ao redor da cabeça. Todos o santos católicos são pintados da mesma maneira. Mas, para ver que esta prática foi tomada emprestada do paganismo, precisamos apenas observar o desenho do Buda (ilustração na página 39) qual também apresenta o símbolo circular ao redor da cabeça! Os artistas e escultores da antiga Babilônia usavam o disco ou auréola ao redor de qualquer ser que desejavam representar como deus ou deusa. Os romanos desenhavam Circe, a deusa pagã do sol, con um circulo rodeando a cabeça. Partindo deste uso na Roma pagã o mesmo simbolismo passou para a Roma papal e tem continuado até este dia, conforme está evidenciado em milhares de pintura de Maria e dos santos. Figuras, supostamente de Cristo, foram pintadas com "raios dourados" circundando sua cabeça. Esta era exatamente a maneira como o deus-sol dos pagãos havia sido representado por séculos.
A igreja dos primeiros quatro séculos não usava qualquer figura de Cristo. As Escrituras não nos dão qualquer descrição das características fisicas de Jesus pela qual uma pintura acurada pudesse ser feita dele. Parece evidente então, que as figuras de Cristo, como aquelas de Maria e dos santos, vieram da imaginação dos artistas. Temos somente que fazer um curto estudo da arte religiosa para descobrir que em diferentes séculos e entre diferentes nacionalidades, muitas figuras de Cristo - algumas muito diferentes - podem ser encontradas. Obviamente nenhuma destas pode ser o que Ele realmente parecia. Além disto, tendo agora ascendido aos céus, não o conhecemos mais "segundo a carne" (II Cor. S:16), tendo sido "glorificado" João 7: 39, e com um "corpo glorioso" (Fil. 3:21), nem mesmo artista do mundo poderia retratar o Rei em sua beleza. Qualquer pintura, mesmo a melhor, jamais poderia mostrar quão maravilhoso Ele realmente é!
FONTE:
Conhecendo os ardis do inimigo ,
 Estudos das artes religiosa
Babilônia a religião dos mitérios

              

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